O Santos foi além de seguir o exemplo do São Paulo de documentar uma reclamação à Federação Paulista de Futebol (FPF) sobre a arbitragem do Campeonato Paulista. Revoltado com a atuação de Otávio Correa da Silva na derrota por 2 x 1 para o Grêmio Barueri, o diretor jurídico Ângelo Ramos se dirigiu ao vestiário do árbitro para exigir que ele se submetesse a um exame antidoping.
O motivo era um piercing que causou inflamação em Correa da Silva, atendido pela equipe médica do Santos na Vila Belmiro. O incidente levantou a suspeita do técnico Emerson Leão: “Achei que o árbitro não estava muito normal. Estanho”. Ao mesmo tempo em que o treinador concedia entrevista coletiva, dirigentes tentavam tomar medidas contra Correa da Silva.
“Conversei com um delegado da Federação, que aceitou a idéia do antidoping. Requeri a presença de dois policiais militares para a coleta do exame, mas ele se recusou a fazer”, esbravejou Ângelo Ramos à Rádio Eldorado ESPN, pouco depois de o árbitro levantar a camisa para lhe mostrar a inflamação causada pelo piercing. “Não sou médico e nem quero ver isso.”
O Santos reclama de, entre outros lances, o árbitro mandar um pênalti cobrado (e convertido) por Rodrigo Tabata voltar, alegando que o goleiro Renê, do Barueri, não estava com os pés sobre a linha. Também protesta por um gol do atacante Tiago Luís ter sido anulado por impedimento. “Chama a atenção um homem que vai passar 90 minutos, no mês de janeiro, precisando tomar decisões pontuais, e recebe atendimento médico. Não sei se ele já tomou algum atiinflamatório que causa sonolência antes do jogo”, insistiu o diretor jurídico santista.
Já o presidente Marcelo Teixeira, sem falar sobre o piercing do árbitro, anunciou que recorrerá à FPF contra Correa da Silva, a exemplo do que fez o São Paulo quando se sentiu prejudicado no clássico com o Corinthians. “Pelo o que eu soube, ele está entre os melhores do ranking da Federação. E percebemos que existem outros clubes reclamando, citando falhas. Não queremos prejudicar nenhum árbitro, mas ele e seus bandeiras tiveram uma atuação desastrosa e decisiva no resultado. Faremos essa manifestação no sentido de melhorar o nível da arbitragem no Campeonato Paulista”, avisou o cartola.
O motivo era um piercing que causou inflamação em Correa da Silva, atendido pela equipe médica do Santos na Vila Belmiro. O incidente levantou a suspeita do técnico Emerson Leão: “Achei que o árbitro não estava muito normal. Estanho”. Ao mesmo tempo em que o treinador concedia entrevista coletiva, dirigentes tentavam tomar medidas contra Correa da Silva.
“Conversei com um delegado da Federação, que aceitou a idéia do antidoping. Requeri a presença de dois policiais militares para a coleta do exame, mas ele se recusou a fazer”, esbravejou Ângelo Ramos à Rádio Eldorado ESPN, pouco depois de o árbitro levantar a camisa para lhe mostrar a inflamação causada pelo piercing. “Não sou médico e nem quero ver isso.”
O Santos reclama de, entre outros lances, o árbitro mandar um pênalti cobrado (e convertido) por Rodrigo Tabata voltar, alegando que o goleiro Renê, do Barueri, não estava com os pés sobre a linha. Também protesta por um gol do atacante Tiago Luís ter sido anulado por impedimento. “Chama a atenção um homem que vai passar 90 minutos, no mês de janeiro, precisando tomar decisões pontuais, e recebe atendimento médico. Não sei se ele já tomou algum atiinflamatório que causa sonolência antes do jogo”, insistiu o diretor jurídico santista.
Já o presidente Marcelo Teixeira, sem falar sobre o piercing do árbitro, anunciou que recorrerá à FPF contra Correa da Silva, a exemplo do que fez o São Paulo quando se sentiu prejudicado no clássico com o Corinthians. “Pelo o que eu soube, ele está entre os melhores do ranking da Federação. E percebemos que existem outros clubes reclamando, citando falhas. Não queremos prejudicar nenhum árbitro, mas ele e seus bandeiras tiveram uma atuação desastrosa e decisiva no resultado. Faremos essa manifestação no sentido de melhorar o nível da arbitragem no Campeonato Paulista”, avisou o cartola.