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Futebol

Sanchez abre os braços para Riquelme, mas sem se esforçar

Arquivo Geral

17/09/2009 0h00

O presidente Andrés Sanchez está de braços abertos para receber o meia Riquelme no Parque São Jorge, mas não fará esforços para que negociação com o jogador do Boca Juniors seja concretizada. A DIS, empresa ligada ao Grupo Sonda, é a responsável por tentar trazer mais um argentino ao Corinthians.


“O Corinthians sempre está com as portas abertas para os grandes jogadores. Algumas vezes agimos com mais assédio e outras com menos. Como todos já sabem, é o Grupo Sonda que está fazendo uma engenharia financeira pelo Riquelme. Se eles conseguirem, abrimos os braços para o atleta porque teremos a preferência”, disse Sanchez.


De acordo com o dirigente, sua política de contratações para 2010, ano do centenário do Corinthians, será ponderada. “Vamos com calma e com os pés no chão”, afirmou.


Embora prometa ser comedido no mercado, o Corinthians conseguiu se reforçar bem para a sequência do Campeonato Brasileiro. Repatriou o volante Marcelo Mattos e gastará mais de US$ 2 milhões pela contratação do argentino Matías Defederico, que prometeu oferecer a sua camisa 10 para Riquelme caso o compatriota também chegue ao clube.


A mais recente aquisição corintiana foi o meia-atacante Edno, ex-Portuguesa, ainda não apresentado oficialmente. “Ele assinou contrato com o Corinthians por quatro anos. Ficamos com 40% dos direitos econômicos do jogador. A Portuguesa, com 60%. Quando surgir uma proposta pelo Edno, conversaremos em conjunto. É uma parceria”, comentou Andrés Sanchez.


O presidente do Corinthians ainda reforçou que, ao contrário de sua postura em relação a Riquelme, precisou se esforçar para tirar Edno do Canindé. “As pessoas falam muito, mas a Portuguesa só recebeu duas ofertas: a do Corinthians e uma do Internacional. Não ficamos com o jogador porque os meus olhos são bonitos, mas porque a nossa proposta foi melhor”, concluiu.

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