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Futebol

Saída de Jonas é mais um revés da temporada gremista

Arquivo Geral

24/01/2011 15h00

Os primeiros dias do quinto mandato do presidente Paulo Odone no comando do Grêmio estão sendo de muitas frustrações e poucas alegrias. São mais problemas em pouco mais de um mês de gestão – a atual diretoria assumiu em 16 de dezembro – do que soluções para o clube.

Odone, inclusive, não tem concedido muitas entrevistas após a ida de Ronaldinho Gaúcho ao Flamengo, o primeiro golpe sofrido em seu atual mandato. Como revelou o próprio presidente, a contratação do meia-atacante chegou a ser brindada com Assis, irmão e empresário do jogador, ainda em 2010.

Depois de modificar sete vezes o contrato para ter o jogador, colocar caixas de som no gramado do Olímpico, em um incipiente processo de organização para sua apresentação, Ronaldinho não veio. Odone foi a público dizer que o Grêmio deixava as negociações, enquanto o Flamengo conversava com o Milan e escancarava as portas da Gávea para o craque.

Dezesseis dias após abandonar as tratativas para o retorno de Ronaldinho ao clube, o Tricolor sofreu outra pancada. Agora, com Jonas deixando o Olímpico por menos de R$ 3 milhões, referentes ao pagamento de sua multa rescisória. Esse é um ciclo ao qual o clube tem se acostumado. Desde a saída de Ronaldinho, o Grêmio perde valiosos jogadores por pouco dinheiro.

Nessas pouco mais de duas semanas, outras pequenas derrotas foram sendo arrecadadas no caminho, machucando o ambiente gremista. As negociações para ter o zagueiro Uruguaio Coates, do Nacional, o volante Gilberto Silva, do Panathinaikos, da Grécia, e o zagueiro Rodolfo, do Lokomotiv Moscou, da Rússia, não foram concretizadas.

O Grêmio irá em busca de uma vaga na fase de grupos da Libertadores tendo André Lima, Borges, Diego Clementino, Júnior Viçosa e Lins como seus atacantes, sem os 78 gols de Jonas com a camisa gremista e sem Ronaldinho Gaúcho.

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