O atacante Roni está preparado para atender os anseios do técnico Dorival Júnior e assumir o papel de líder do elenco celeste na seqüência do Campeonato Brasileiro. Com 30 anos, o jogador não esconde a vontade de estar em campo no domingo, no duelo contra o Palmeiras no Parque Antártica, para dar a estabilidade necessária ao jovem time celeste.
“Em todos os clubes que passei eu sempre tive uma certa liderança, uma facilidade de cobrar e de incentivar. Espero que aqui no Cruzeiro não seja diferente, estou começando a me entrosar com os companheiros e acredito que não vai fazer problema”, assegurou Roni.
O jogador trabalhou entre os titulares durante as atividades de quarta e quinta e aguarda apenas a liberação de sua inscrição na CBF para ser confirmado ao lado de outro experiente do grupo, o agora capitão Araújo. Nas conversas preliminares, Roni já antecipou o estilo orientador que promete marcar sua passagem pela Toca.
“Vou tentar passar um pouco do que eu vivi para os mais jovens, dar força no momento certo e às vezes um puxão de orelha. Primeiro eu tenho que pegar a confiança de todo mundo, é importante você ter uma amizade com os outros jogadores e isso eu já estou começando a fazer para depois ter a liberdade de cobrar e incentivar”, completou.
Histórias que certamente espantaram os mais jovens, como a experiência do jogador na Série C do Brasileiro em 1999, com a camisa do Fluminense. Motivos que o fazem refutar de uma crise instantânea, causada por três resultados ruins seguidos. “Isso aqui é fichinha, são três jogos e três resultados ruins. Para quem já jogou Terceira e Segunda (Divisões), a gente vai conseguir tirar isso aqui de letra”, garantiu.
A mesma experiência que o torna uma peça importante no esquema de Dorival, também faz Roni prevê sucesso a curto prazo no lado azul de Belo Horizonte. Talvez já neste domingo, diante dos paulistas. A opinião do atacante é direta: não há oportunidade melhor para a reação.
“A dificuldade vai existir, mas é aquele detalhe: não tem momento certo para reação. Todo jogo é bom para você reagir. Mas eu acredito que essa é uma partida perfeita, uma partida fora de casa, contra o Palmeiras, que está bem na competição. Se o Cruzeiro for lá, jogar de igual para igual, se respeitar o adversário, se marcar forte, souber minar o adversário, pode sim conseguir uma vitória. Uma vitória lá nos trará um ambiente mais tranqüilo e uma confiança tremenda na próxima semana”, concluiu.
“Em todos os clubes que passei eu sempre tive uma certa liderança, uma facilidade de cobrar e de incentivar. Espero que aqui no Cruzeiro não seja diferente, estou começando a me entrosar com os companheiros e acredito que não vai fazer problema”, assegurou Roni.
O jogador trabalhou entre os titulares durante as atividades de quarta e quinta e aguarda apenas a liberação de sua inscrição na CBF para ser confirmado ao lado de outro experiente do grupo, o agora capitão Araújo. Nas conversas preliminares, Roni já antecipou o estilo orientador que promete marcar sua passagem pela Toca.
“Vou tentar passar um pouco do que eu vivi para os mais jovens, dar força no momento certo e às vezes um puxão de orelha. Primeiro eu tenho que pegar a confiança de todo mundo, é importante você ter uma amizade com os outros jogadores e isso eu já estou começando a fazer para depois ter a liberdade de cobrar e incentivar”, completou.
Histórias que certamente espantaram os mais jovens, como a experiência do jogador na Série C do Brasileiro em 1999, com a camisa do Fluminense. Motivos que o fazem refutar de uma crise instantânea, causada por três resultados ruins seguidos. “Isso aqui é fichinha, são três jogos e três resultados ruins. Para quem já jogou Terceira e Segunda (Divisões), a gente vai conseguir tirar isso aqui de letra”, garantiu.
A mesma experiência que o torna uma peça importante no esquema de Dorival, também faz Roni prevê sucesso a curto prazo no lado azul de Belo Horizonte. Talvez já neste domingo, diante dos paulistas. A opinião do atacante é direta: não há oportunidade melhor para a reação.
“A dificuldade vai existir, mas é aquele detalhe: não tem momento certo para reação. Todo jogo é bom para você reagir. Mas eu acredito que essa é uma partida perfeita, uma partida fora de casa, contra o Palmeiras, que está bem na competição. Se o Cruzeiro for lá, jogar de igual para igual, se respeitar o adversário, se marcar forte, souber minar o adversário, pode sim conseguir uma vitória. Uma vitória lá nos trará um ambiente mais tranqüilo e uma confiança tremenda na próxima semana”, concluiu.