Não é apenas aquecendo o mercado dos boatos sobre sua possível transferência do Bayern de Munique para Barcelona, Real Madrid, Juventus ou outro grande time europeu que o francês Franck Ribéry estampa as manchetes dos jornais.
Nesta segunda-feira, o craque, ao lado de outro companheiro de seleção, Sidney Govou – defende o Lyon -, viu seu nome envolvido em um escândalo de pedofilia. Segundo uma fonte da Procuradoria de Paris, a dupla teria se envolvido com prostitutas, menores de idade, que trabalham no Café Zaman.
O local, localizado numa galeria próxima à principal avenida de Paris, a Champs-Élysées, está sob investigação justamente por oferecer aos clientes os serviços de prostituição e, durante o processo policial, os nomes de Govou e Ribéry foram citados.
Através de seus advogados, os dois jogadores negaram qualquer envolvimento no escândalo que poderá abalar as já não muito sólidas estruturas dos Bleus às vésperas da Copa do Mundo.
Segundo o representante de Ribéry, o atleta foi convocado para explicar sua relação com um conhecido que trabalha no local. Já o advogado de Govou afirmou somente que o atleta do Lyon não está envolvido na rede de pedofilia e reclamou que as informações atrapalharam a imagem de seu cliente.
Se o envolvimento dos atletas com as menores for confirmado, Govou e Ribéry poderão ter de arcar com uma multa de € 45 mil, além de serem ameaçados com uma pena que pode chegar a três anos de prisão.