O retorno do meia Wagner ao Cruzeiro está mais próximo de acontecer. Os árabes do Al-Ittihad estão desistindo de quitar a dívida com o clube celeste referente a compra dos direitos federativos do atleta em janeiro. Segundo o vice de futebol da Raposa, Zezé Perrella, o montante restante para a quitação do negócio pode não ser pago pelos asiáticos.
O Al-Ittihad pagou pouco mais de 1 milhão de euros dos 5,4 mi acertados em janeiro pelos direitos federativos de Wagner. O diretor de futebol do Cruzeiro, Eduardo Maluf, está desde domingo passado em Jidá, cidade-sede do clube, para tentar definir a situação, mas nenhum acordo foi acertado até agora.
O dono da equipe, Mansour Albalawi, mostra dúvida se pretende realmente continuar com Wagner para o segundo semestre da temporada e o negócio pode ser desfeito. “Parece que ele não está seguro do que quer fazer. Mas o príncipe lá já começou a estudar a possibilidade de o Wagner voltar. Eu diria hoje que é de 70% de possibilidade de ele voltar para o Cruzeiro”, destacou.
A Raposa espera apenas um parecer definitivo dos árabes para oficializar Wagner como ‘reforço’ para o Brasileirão. “Precisamos do entendimento deles com o Wagner, porque eles têm um contrato de trabalho com o Wagner. Para esse contrato ser quebrado, depende também da aquiescência do Wagner. Ele precisa aceitar voltar pra cá”, completou.
O Cruzeiro utilizou um método de negociação com os árabes que permite o retorno do atleta sem maiores conseqüências. Enquanto o valor total não for quitado, os dirigentes celestes não assinam a liberação em definitivo do meia. Apenas algumas pendências referentes ao salário de Wagner precisam ser resolvidas para o jogador assinar um novo vínculo.
“Ele voltaria com o salário que ele deixou no Cruzeiro. Na verdade ele foi vendido, tem um contrato de compra e venda, mas está no contrato que caso eles não paguem ou deixem de honrar qualquer compromisso, o jogador volta. Em voltando, volta com o salário daqui. Mas, obviamente, nós estamos dispostos a conversar com ele e dar um salário condizente com a posição dele hoje. Algum reajuste ele vai ter, mas não vamos competir com a Arábia”, explicou.
A CBF permite a inscrição de jogadores vindos do exterior somente a partir de 1º de agosto, mas como o acordo inscrito na Fifa era de empréstimo de Wagner ao Al-Ittihad, o jogador poderia ser liberado antes da data.
Lateral
Zezé antecipou à imprensa durante a apresentação de Roni que o próximo alvo do Cruzeiro será um lateral-esquerdo. Gustavo Nery, cujo empréstimo ao Zaragoza termina em junho, é o nome mais plausível para os dirigentes. Júnior, recentemente dispensado pelo São Paulo, está fora dos planos devido a idade elevada: 33 anos.
O Al-Ittihad pagou pouco mais de 1 milhão de euros dos 5,4 mi acertados em janeiro pelos direitos federativos de Wagner. O diretor de futebol do Cruzeiro, Eduardo Maluf, está desde domingo passado em Jidá, cidade-sede do clube, para tentar definir a situação, mas nenhum acordo foi acertado até agora.
O dono da equipe, Mansour Albalawi, mostra dúvida se pretende realmente continuar com Wagner para o segundo semestre da temporada e o negócio pode ser desfeito. “Parece que ele não está seguro do que quer fazer. Mas o príncipe lá já começou a estudar a possibilidade de o Wagner voltar. Eu diria hoje que é de 70% de possibilidade de ele voltar para o Cruzeiro”, destacou.
A Raposa espera apenas um parecer definitivo dos árabes para oficializar Wagner como ‘reforço’ para o Brasileirão. “Precisamos do entendimento deles com o Wagner, porque eles têm um contrato de trabalho com o Wagner. Para esse contrato ser quebrado, depende também da aquiescência do Wagner. Ele precisa aceitar voltar pra cá”, completou.
O Cruzeiro utilizou um método de negociação com os árabes que permite o retorno do atleta sem maiores conseqüências. Enquanto o valor total não for quitado, os dirigentes celestes não assinam a liberação em definitivo do meia. Apenas algumas pendências referentes ao salário de Wagner precisam ser resolvidas para o jogador assinar um novo vínculo.
“Ele voltaria com o salário que ele deixou no Cruzeiro. Na verdade ele foi vendido, tem um contrato de compra e venda, mas está no contrato que caso eles não paguem ou deixem de honrar qualquer compromisso, o jogador volta. Em voltando, volta com o salário daqui. Mas, obviamente, nós estamos dispostos a conversar com ele e dar um salário condizente com a posição dele hoje. Algum reajuste ele vai ter, mas não vamos competir com a Arábia”, explicou.
A CBF permite a inscrição de jogadores vindos do exterior somente a partir de 1º de agosto, mas como o acordo inscrito na Fifa era de empréstimo de Wagner ao Al-Ittihad, o jogador poderia ser liberado antes da data.
Lateral
Zezé antecipou à imprensa durante a apresentação de Roni que o próximo alvo do Cruzeiro será um lateral-esquerdo. Gustavo Nery, cujo empréstimo ao Zaragoza termina em junho, é o nome mais plausível para os dirigentes. Júnior, recentemente dispensado pelo São Paulo, está fora dos planos devido a idade elevada: 33 anos.