Recém-chegado ao Santos, Reginaldo teve a ajuda de um outro grande clube do futebol paulista para voltar a jogar. Operado pelo médico Joaquim Grava, ex-médico do Peixe, de uma artroscopia no joelho, o jogador estava sem time e recebeu a indicação para realizar o seu tratamento no Corinthians.
Reginaldo contou como foi parar no clube do Parque São Jorge e esclareceu que não conversou com a diretoria corintiana sobre a sua permanência. ˝Eu estava sem dinheiro, não tinha condições de bancar a clínica e o Grava me levou para lá. Sou muito grato a ele, que me deu a chance de realizar um tratamento adequado˝, revelou. ˝Foi apenas o trabalho de recuperação mesmo, ninguém me procurou. Agora, estou totalmente curado da lesão no menisco e pronto para ajudar o Santos˝, discursou.
O atleta expôs os fatos que o levaram a sair do Sport, sua última equipe, cujo contrato se encerrou em maio. ˝Quando eu tive a contusão, o time estava na Copa do Brasil e os atacantes muito bem. O meu contrato acabou e não houve o interesse deles em renovar˝, contou, sem ressentimentos. ˝Não guardo mágoas de ninguém, inclusive o Nelsinho (Baptista) é meu amigo˝, acrescentou.
Para Reginaldo, que passou também por Atlético de Sorocaba, América-SP e Marília, é uma grande responsabilidade chegar como substituto de Maikon Leite. ˝Ele é um grande jogador, que infelizmente teve aquela grave lesão˝, lamentou. ˝Mas a oportunidade surgiu para mim e devagar quero conquistar o meu espaço no clube˝, concluiu.