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Futebol

Quase no peso ideal, Emerson quer viajar para jogo em Goiás

Arquivo Geral

20/08/2009 0h00

Apresentado no dia 31 de julho, o volante Emerson está próximo de fazer a sua estreia com a camisa do Santos. Contratado para ser o ponto de equilíbrio desejado pelo técnico Wanderley Luxemburgo no meio de campo, o jogador chegou a Vila Belmiro precisando entrar em forma, depois de três meses sem treinar, por conta de sua rescisão com o Milan, da Itália, seu último clube.


Na data de sua apresentação ao Peixe, o meio-campista, de 33 anos, estava pesando 97kg, nove a mais do que o seu peso ideal (88kg), segundo ele próprio – um a menos em relação ao número que havia sido apresentado por Luxemburgo, na última terça-feira.


Agora, mais enxuto, com 90,3 kg, Emerson acredita que está quase pronto para entrar em campo. “Tem sido um trabalho bem feito, não só da parte dos profissionais da comissão técnica do Santos, como meu também. No momento em que eu cheguei aqui, estava há mais de dois meses parado. Aí, o Mello (preparador físico) e o professor Wanderley traçaram uma programação. Sei que nestes 20 dias de treinos, perdi 7,5kg e estou bem próximo do ideal (88kg)”, comentou.


“Fiz praticamente três treinamentos coletivos. É muito difícil tirar uma base, pois nos jogos as coisas são diferentes, mas posso dizer que eu estou praticamente à disposição do professor”, revelou Emerson.


Sobre a possibilidade de viajar com o elenco santista para Goiânia, onde o Alvinegro Praiano enfrenta o Goiás, domingo, no Serra Dourada, o volante admitiu que provavelmente não suportaria jogar durante os 90 minutos da partida. No entanto, Emerson gostaria de estar junto com os seus companheiros, até mesmo para se ambientar melhor ao grupo de trabalho.


“O Luxemburgo conversou comigo hoje (quinta), queria saber como eu estava, pois eu venho de uma carga grande trabalho, treinando de manhã e a tarde. Estou me sentindo bem melhor, por isso me coloquei à disposição, apesar de não saber dizer se eu aguentaria 90 minutos. Porém, foi como eu falei: gostaria de viajar, estar com o grupo, conhecer melhor os companheiros, como eles gostam de ser chamados. Tudo isso é importante. Só que, quem decide, é o professor”, encerrou.

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