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Futebol

Programa Brasil Voluntário vai abrir 7 mil vagas para voluntários nas Copas

Arquivo Geral

23/01/2013 9h12

Marcus Eduardo Pereira

marcus.eduardo@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Há quem diga que trabalhar em grandes eventos é uma tarefa tão gratificante, que faria tal serviço de graça. De olho nos otimistas de plantão, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, lançou ontem o Programa Brasil Voluntário, que selecionará pessoas de diversas profissões, acima de 18 anos de idade e de todo o Brasil para colaborar espontaneamente na Copa das Confederações,  a se realizar em junho deste ano, e na Copa  do Mundo de 2014.

 

Sete mil voluntários farão parte da primeira competição e 50 mil da segunda, com a missão de apoiar turistas, visitantes e profissionais que atuarão nos dois eventos. 

 

A iniciativa pode servir para os interessados que perderam o processo de inscrição dos voluntários  da Fifa, finalizado no ano passado com mais de 130 mil inscritos. Um dos que não perdeu a chance foi o servidor público, Clébio Correa. 

 

Apaixonado por futebol desde criança, ele sonha ser escolhido para participar de uma das competições que ele acredita, trazer bons frutos para o País. “Esse será um acontecimento que vai deixar o Brasil em evidência no mundo inteiro. Se cada um ajudar da sua maneira, tudo correrá da melhor forma possível”, avaliou o servidor.

 

Mas a concorrência é grande. Serão sete mil vagas para participar da Copa das Confederações e 15 mil para a Copa do Mundo de 2014. “Não crio expectativas. Se for pra ficar  fora, não tem problema nenhum”, garantiu Clebio.

 

Sem grana, mas feliz 

Para ele, o fato de ser sem uma remuneração não tem tanta importância na hora de trabalhar para uma entidade que fatura bilhões por ano.  “Claro que não tiro a razão de quem não quer trabalhar de graça. Mas também acredito que se fosse para ser um trabalho remunerado, deveria ter outro tipo de seleção”, analisou. Clébio crê que ganhará muito mais que dinheiro, caso consiga um lugar entre os voluntários. “Estaremos em contato com outras culturas, conhecimentos. Poderá trazer uma qualificação maior ao meu currículo”, avaliou.

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