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Futebol

Profissão matador

Arquivo Geral

08/03/2013 9h07

Marcus Eduardo Pereira

marcus.eduardo@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Se depender da artilharia pesada de Brasiliense e Brasília, não devem restar “sobreviventes” no faroeste local marcado para amanhã, às 18h, no Serejão: de um lado Washington comanda a linha de frente amarela e, do outro, Giba é quem dita o passo colorado.

 

Contratado pelo Jacaré, o o camisa 9 foi quem mais disparou pelo clube, cinco gols ao total e torce para acabar com tudo que restou no tambor de sua arma. “É muito importante marcar em uma final, pois no futebol brasileiro são gols com essa importância que te marcam”, diz Washington.

 

A função de finalizar o adversário é vista como parte do trabalho e ele sabe que pode ser cobrado caso não realize suas obrigações. “Preciso sempre corresponder, pois quando cobrarem a falta de gols, será do centroavante”, comenta.

 

Eficiência na batida

Giba, por sua vez, chegou há pouco em terras candangas, mas sua eficiência prova que é um matador nato. Em três jogos disputados, ele marcou três gols. 

 

O atacante acredita que o Brasília lhe dará a chance de provar que sua mira é certeira. “Tenho sonho de um dia chegar à elite do futebol”, revela.  Contra o pistoleiro mais famoso, Giba acredita que o duelo entre os dois será dentro de campo. “Vi o Washington jogar pela tevê. Seu currículo fala pelo profissional que ele é. Mas, hoje, estamos na mesma realidade, só muda o escudo.”

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