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Futebol

Problema às vésperas do clássico Brasiliense x Gama

Arquivo Geral

02/03/2013 13h10

Marcus Eduardo Pereira

marcus.eduardo@jornaldebrasilia.com.br

 

Allan Delon está com seus dias contados no Gama. Depois da queda de braço envolvendo o técnioc Vitor Hugo e o camisa dez, o apoiador deve sair do clube. 

 

“Eu não quero mais ficar. Não tenho problema com a diretoria, mas com o treinador. Eu nunca passei por isso antes”, afirmou o jogador que está com familiares no Espírito Santo, sua terra natal.

 

Segundo o diretor de Futebol Sebastião Stênio, Allan Delon foi liberado para descansar e, na semana que vem, resolver sua situação. “Nós esperamos o Allan na segunda-feira para conversar. Ele é quem vai decidir se vai continuar conosco ou não. Não adianta ter um jogador aqui se ele não quiser ficar.”

 

E, se depender do camisa 10, ficar no Alviverde não é uma opção para ele. “Um torcedor descobriu o meu número de telefone, me ligou e disse que eu só vim para o Gama por dinheiro, que eu era mercenário. Eu vim para conquistar títulos”, disse o jogador, que já levantou três títulos na capital federal: dois pelo Ceilândia e um pelo Brasiliense.

 

Quando começou

A briga entre Allan Delon e Vitor Hugo começou após o jogo contra o Unaí. “Precisei tirá-lo, pois havíamos perdido um jogador expulso. Ele saiu meio chateado e disse que não jogaria mais no Gama”, disse o treinador.

 

Na semana seguinte, o jogador alegou uma lesão e ficou fora dos treinamentos, fator que deixou treinador indignado. “Agora classificados, ele está à disposição para jogar, né? Quando precisavamos, ele arrumou uma contusão”, disparou o comandante.

 

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