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Futebol

Presidente reclama de veto ao Canindé e pede rigor à FPF

Arquivo Geral

14/01/2008 0h00

O presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, não engoliu de jeito algum a interdição do estádio do Canindé para a partida de estréia da equipe no Campeonato Paulista – contra o Santos, nesta quarta-feira, às 21h45 (horário de Brasília), agora marcado para o Morumbi. O dirigente quer ver, daqui para frente, rigor semelhante da Federação Paulista de Futebol com outros clubes.

“O que houve foi muito sensacionalismo com a Portuguesa. Aliás, como sempre. O Canindé não foi interditado, já que não tem problemas estruturais. Foi vetado. Já temos um laudo de liberação do Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis), mas alegaram que faltou um do Corpo de Bombeiros”, explicou o dirigente, nesta segunda-feira.

“Isso vai ser resolvido nos próximos dias, já que o mais difícil era a liberação do Contru. Vou enviar o laudo dos bombeiros hoje (segunda) ou amanhã. Mas quero ver o mesmo rigor da Federação com outros clubes. Quero saber se o estádio do Juventus (Rua Javari, na Mooca) tem alvará. Se não tiver, vou botar a boca no trombone e reclamar”, completou.

O confronto contra o Moleque Travesso, marcado para o estádio juventino, está programado para o próximo dia 30, pela quinta rodada. Antes disso, uma semana antes, a Portuguesa terá o duelo como mandante contra o São Caetano, pela terceira rodada.

“Esse jogo vai ser no Canindé. É só mandar o laudo do Corpo de Bombeiros para liberar o estádio. Para 15 mil pessoas. Pena que o clássico contra o Santos não será lá. Acho que teve uma certa pressão do Santos, não sei. Mas vamos ganhar em qualquer lugar”, disse Manuel da Lupa, rodeado de torcedores durante a apresentação dos novos uniformes do time para 2008.

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