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Futebol

Presidente do Sport reclama de falta de segurança e alfineta o Náutico

Arquivo Geral

03/04/2009 0h00



Sílvio Guimarães, presidente do Sport, afirmou nesta quinta-feira que a partida entre o Leão e a Cabense não teve a segurança necessária para ser realizada. O Rubro-negro venceu o jogo por 5 a 0 e um suposto torcedor leonino invadiu o campo. O fato pode fazer com que o clube passe algumas rodadas longe da Ilha do Retiro. Sobre isso, Guimarães é categórico: “Não vão ganhar da gente fora de campo”.


O quesito segurança foi alvo de divergência entre o presidente do Sport e Arílson da Anunciação, árbitro da partida. Para o dirigente leonino, a situação estava muito insegura: “Antes do jogo, tinham oito soldados. O juiz esperou um pouco e chegaram mais cinco policiais do Choque. Não tinha segurança, teve muita gente que ficou de fora, até tiro teve. Só consegui entrar no estádio por dentro.”


Já Arílson falou o seguinte sobre o assunto: “O policiamento se fez presente do começo até o término da partida”, escreveu o árbitro na súmula. Em relação ao torcedor que invadiu o estádio, o juiz afirma que o homem saiu da parte da arquibancada ocupada pelo Sport, pulou o alambrado e abraçou Moacir, atleta do Leão.


Sílvio Guimarães defende seu clube, afirmando que não há como provar que o invasor era torcedor do Rubro-negro. “As torcidas estava misturadas e o torcedor que invadiu não tinha a camisa do Sport. Não dá para fala para qual time ele torce.”


Finalizando, o presidente leonino alfinetou o rival Náutico. O Timbu exigiu um árbitro de fora do Estado, no que foi atendido para o jogo desta quinta-feira, contra o Vitória. Quem apitou o confronto foi Wladyerisson Silva Oliveira, do quadro de juízes do Ceará. O Alvirrubro venceu por 3 a 0 e o rubro-negro Guimarães acusa: “Mesmo com árbitro de fora, um jogador do Vitória foi expulso aos 16 minutos de jogo e o Náutico fez um gol impedido.”

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