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Futebol

Presidente do São Paulo reforça confiança no elenco e pede paciência

Arquivo Geral

22/06/2012 10h36

Buscando aprimorar o perfil aguerrido do elenco, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, negociou oito jogadores e fez oito contratações para a atual temporada, e ainda quer mexer mais. As eliminações nas semifinais do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil não mudam a convicção de sucesso do presidente do São Paulo. O dirigente avisa: quem não compreender a reformulação, deve abrir mão do futebol.

 

“Sei que é um momento difícil, que terá muita coisa negativa, e não reclamo porque faz parte do processo. Em um processo, você entra nele ou fica em casa assistindo à novela da Globo”, comparou o mandatário, que também mantém o técnico Emerson Leão à frente da equipe citando falta de opções no mercado.

 

Entre os jogadores, do grupo do ano passado, saíram Jean, Juan, Dagoberto, Carlinhos Paraíba, Marlos, Xandão, Rivaldo e Henrique. Vieram como reforços Douglas, Cortez, Edson Silva, Paulo Miranda, Fabrício, Jadson, Maicon e Osvaldo, e o presidente ainda busca novos zagueiros – o foco é Lúcio, mas o defensor tem pedido um salário além das pretensões são-paulinas.

 

As mudanças fazem parte da promessa feita por Juvenal em outubro do ano passado. Ao contratar Leão, o terceiro técnico diferente da equipe em 2011, o mandatário avisou que, em caso de novo insucesso, a alteração seria no elenco. Sem ficar nem com a vaga na Libertadores, mexeu no grupo. E, apesar do acúmulo de frustrações, tem gostado do resultado.

 

“O problema realmente não era técnico. E agora o elenco é competente. Acredito nisso”, apostou, sem economizar nos pedidos de paciência. “Falta ainda um ajuste maior, este time é completamente diferente do de 2011”, reforçou, solicitando também que não confundam falta de título com incapacidade.

 

“É difícil falar de futebol dizendo o seguinte: se não for campeão, não funciona. Não é verdade, não é verdade, não é verdade. Até um ato fortuito pode acabar com um problema de um campeonato”, opinou Juvenal Juvêncio.

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