Após o sorteio dos grupos da próxima Copa Libertadores, a diretoria do Flamengo já começou a projetar os confrontos com seus rivais. Além do Nacional, do Uruguai, e do Coronel Bolognesi, do Peru, o clube carioca vai enfrentar o vencedor do duelo entre os uruguaios do Wanderers e os peruanos do Cienciano, que podem usar a seu favor a altitude de Cuzco, fato que não agradou os dirigentes rubro-negros.
Nesta quinta-feira, a diretoria, através do presidente Márcio Braga, já manifestou preocupação com a possibilidade de o Cienciano avançar, já que este time costuma mandar seus jogos na cidade de Cusco, no Peru, com altitude de quase 3000 metros, superior aos 2.700 metros recomendados pela Fifa para preservar a saúde dos atletas.
A Confederação Sul-Americana de futebol (Conmebol) solicitou à Fifa a liberação para que os times possam jogar na altitude de até 3.600 metros, fato que desagradou o Flamengo. Márcio Braga deixou claro que o clube carioca não aceitará este tipo de situação. “A cidade de Cuzco está acima da altitude exigida pelos médicos e o Flamengo só vai jogar em cidades que não apresentem riscos de vida a seus atletas. Todos puderam acompanhar o que aconteceu com meus jogadores no ano passado, em Potosí. Espero que se cumpram as determinações médicas”, afirmou.
Márcio se refere ao empate por 2 a 2 entre o Flamengo e o Real Potosí, da Bolívia, que mandava seus jogos acima de 4200 metros, na estréia das duas equipes na Copa Libertadores do ano passado. Na ocasião, vários atletas flamenguistas deixaram o gramado se sentindo mal. “Se esse time (Cienciano) se classificar, ele vai ter que jogar na cidade de Lima. Eles vão ter que cumprir a decisão da Fifa. A altitude só vai ser um problema para o Flamengo se as pessoas decidirem tentar desrespeitar aquilo que foi exigido pela Fifa”, declarou.
Apesar desta possibilidade de enfrentar problemas nos bastidores para evitar atuar na altitude, Márcio Braga gostou do grupo flamenguista. “O grupo está bom, mas não podemos ficar escolhendo adversários. Se o Flamengo quiser ser campeão, tem que ganhar os jogos, independentemente do rival. Mas não acredito que seja um grupo fácil, pois o futebol está cada vez mais nivelado e isso sempre faz com que os jogos sejam complicados”, disse.
Nesta quinta-feira, a diretoria, através do presidente Márcio Braga, já manifestou preocupação com a possibilidade de o Cienciano avançar, já que este time costuma mandar seus jogos na cidade de Cusco, no Peru, com altitude de quase 3000 metros, superior aos 2.700 metros recomendados pela Fifa para preservar a saúde dos atletas.
A Confederação Sul-Americana de futebol (Conmebol) solicitou à Fifa a liberação para que os times possam jogar na altitude de até 3.600 metros, fato que desagradou o Flamengo. Márcio Braga deixou claro que o clube carioca não aceitará este tipo de situação. “A cidade de Cuzco está acima da altitude exigida pelos médicos e o Flamengo só vai jogar em cidades que não apresentem riscos de vida a seus atletas. Todos puderam acompanhar o que aconteceu com meus jogadores no ano passado, em Potosí. Espero que se cumpram as determinações médicas”, afirmou.
Márcio se refere ao empate por 2 a 2 entre o Flamengo e o Real Potosí, da Bolívia, que mandava seus jogos acima de 4200 metros, na estréia das duas equipes na Copa Libertadores do ano passado. Na ocasião, vários atletas flamenguistas deixaram o gramado se sentindo mal. “Se esse time (Cienciano) se classificar, ele vai ter que jogar na cidade de Lima. Eles vão ter que cumprir a decisão da Fifa. A altitude só vai ser um problema para o Flamengo se as pessoas decidirem tentar desrespeitar aquilo que foi exigido pela Fifa”, declarou.
Apesar desta possibilidade de enfrentar problemas nos bastidores para evitar atuar na altitude, Márcio Braga gostou do grupo flamenguista. “O grupo está bom, mas não podemos ficar escolhendo adversários. Se o Flamengo quiser ser campeão, tem que ganhar os jogos, independentemente do rival. Mas não acredito que seja um grupo fácil, pois o futebol está cada vez mais nivelado e isso sempre faz com que os jogos sejam complicados”, disse.