O argentino Darío Conca recebeu, nesta segunda-feira, o prêmio Bola de Ouro da revista Placar e da emissora ESPN Brasil para o melhor jogador do Campeonato Brasileiro das mãos do ex-volante Toninho Cerezo. O jogador, que também venceu a Bola de Prata como melhor meia, reforçou seu desejo de ficar no Fluminense, clube pelo qual foi campeão nacional no último domingo, ao vencer o Guarani por 1 a 0.
“Celso Barros (diretor da Unimed, patrocinadora do clube) demonstrou que quer que eu fique. Eu quero ficar por muito tempo. Quero ficar minha vida toda no Fluminense. É um lugar em que eu me sinto bem”, contou Conca, que disputou todos os 38 jogos do tricolor carioca no Brasileirão, marcando nove gols.
Apesar das premiações e do destaque no futebol brasileiro, o meia ainda não foi convocado para a seleção argentina, nem pelo atual comandante Sérgio Batista, nem pelo seu antecessor, Diego Maradona. O assunto não o preocupa muito. “A Argentina conta com grandes jogadores e está bem servida. Por isso não tenho vaga, mas estou esperançoso. Se não acontecer, vou ficar feliz porque meu país está jogando um belo futebol”, ponderou.
De olho na Libertadores do ano que vem, o argentino prometeu muito empenho com a camisa tricolor do Fluminense. “A gente vai honrar a camisa. Vamos tentar ganhar títulos, mas pode ter certeza que vamos trabalhar muito para dar alegrias ao Flu”, garantiu.
Além de Conca, a seleção Bola de Prata da revista Placar e da emissora ESPN Brasil teve: Fábio; Mariano, Alex Silva, Chicão e Roberto Carlos; Elias, Jucilei e Montillo; Jonas e Neymar. O atacante gremista ainda venceu o prêmio de artilheiro do Campeonato Brasileiro, enquanto o avançado santista levou para casa a Chuteira de Ouro, dada ao maior goleador do ano em todas as competições.
Personalidades como Petkovic, do Flamengo, Marcelo Djian, ex-zagueiro do Corinthians e representante do Lyon (FRA) no Brasil, o uruguaio Daryo Pereyra, o colombiano Diego Rincon e o argentino Sorin estiveram presentes e entregaram as premiações aos vencedores. O lateral direito do Fluminense Mariano foi o único dos escolhidos a não prestigiar o evento.