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Futebol

Ponte Preta não quer mais reclamar da arbitragem

Arquivo Geral

18/10/2006 0h00

Feita a reclamação formal na FPF e CBF, a Ponte Preta quer esquecer a desastrosa arbitragem do gaúcho Leandro Pedro Vuaden na derrota de 2 x 1 para o Figueirense, no último domingo, em Santa Catarina. Precavido para não deixar o apito influenciar a equipe, o técnico Wanderley Paiva não quer ver os jogadores comentando o assunto. Deu certo.

“Não adianta reclamar do passado. Agora, temos que trabalhar para inverter essa situação. Nossa maior preocupação é que a Ponte Preta não volte a ser prejudicada, mas também sabemos que é importante manter o foco dentro do campo”, declarou o meia Danilo.

“O caminho é fazer nossa parte dentro de campo e deixar que a diretoria cuide dos problemas alheios às quatro linhas”, garantiu o meia Fábio Baiano. Inevitavelmente, é exatamente isso o que vem acontecendo. O diretor de futebol da Macaca, Sebastião Arcanjo, deu início a um projeto especial para evitar novos erros de arbitragem contra a equipe.

Na luta para escapar do rebaixamento ao lado de Corinthians e Fluminense, duas equipes de peso, Arcanjo sabe que todo cuidado é necessário para evitar a queda da Macaca. “Infelizmente é isso mesmo, mas devemos estar preparados para tudo. Só não podemos ser prejudicados descaradamente, como aconteceu diante do Figueirense. É o que eu falei: foi um caso de polícia”, assegurou.

Multa

Os bastidores ponte-pretanos seguem tumultuados fora das quatro linhas. Nesta terça-feira, o clube foi multado pelo Procon de São Paulo, referentes à irregularidades encontradas no jogo da Macaca contra o Juventude, em 7 de outubro. A Ponte teria sido autuada por infringir o Estatuto do Torcedor e o Código de Defesa do Consumidor, ao não informar o preço dos ingressos aos torcedores visitantes.

“Estranhei porque não fomos comunicados de nada para nos defender e, talvez, fosse o caso de sermos notificados aqui pela instituição da própria cidade”, assegurou Arcanjo. A multa varia de R$ 212,82 a R$ 3.192.300,00 e o desenrolar do caso pode durar até 45 dias.

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