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Futebol

Polêmica à vista envolvendo o nome do Estádio Nacional

Arquivo Geral

06/04/2013 14h10

No ano passado, a população do Distrito Federal fez um abaixo-assinado para que o GDF mantivesse o nome Mané Garrincha no estádio da cidade que vai receber jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. A pressão popular conseguiu seu objetivo. A Fifa, no entanto, não se sensibilizou.

 

Durante os grandes eventos de futebol, a ecoarena será chamada oficialmente apenas de Estádio Nacional de Brasília. O nome só será alterado se alguma empresa comprar os naming rights da praça esportiva.

 

Segundo a Fifa, a nomenclatura das arenas já estava acordada com as cidades-sede desde 2010. O mesmo foi feito nos Mundiais da Alemanha e da África do Sul.

 

Em nota oficial, o GDF esclareceu que o procedimento é praxe da Fifa e que será apenas temporário. Fora das competições organizadas pela entidade, o nome será mantido. Na semana passada, o Buriti encaminhou à Câmara Legislativa do Distrito Federal um projeto de lei que permite a alteração do nome “como forma de evitar qualquer tipo de uso indevido (político e comercial) dos nomes dos estádios”.

 

Tentou manter

No ano passado, a distrital Liliane Roriz (PSD) apresentou proposta para manter o nome da arena como Estádio Mané Garrincha.

 

Valcke aperta o Brasil

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, afirmou, em sua coluna mensal publicada no site da entidade, que não serão tolerados os mesmos atrasos nos prazos de entrega dos estádios da Copa do Mundo de 2014 que ocorreram na preparação do Brasil para a Copa das Confederações.

 

O dirigente aposta no sucesso da organização da Copa das Confederações, mas retomou o tom de cobrança ao País, lembrando que o mesmo não abrigará este próximo importante torneio com todas as condições exigidas pela Fifa. 

 

“Estaremos no ponto para a Copa das Confederações, mas nem todos os aspectos operacionais estarão a 100%. É impossível ter essa expectativa devido ao tempo de preparação reduzido – na maioria dos casos, de menos de dois meses, em vez dos seis meses programados, por causa das concessões que fizemos às cidades”, alertou.

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