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Futebol

Pesadelos com degola aterroriza ponte-pretanos

Arquivo Geral

24/11/2006 0h00

Terminar a temporada com um rebaixamento à Série B é motivo de preocupação para qualquer jogador de futebol, mas na Ponte Preta essa possibilidade é real e os atletas já vivem os temores de acabar na Segundona. Exemplo disso é o volante Ricardo Conceição. Revelado na própria Macaca, o jogador não esconde a preocupação em disputar a segunda divisão.

“Coloco a cabeça no travesseiro à noite e fico pensando que, além das nossas famílias, que dependem da gente, têm ainda os funcionários do clube, que precisam muito do dinheiro para viver. Se estamos dando o máximo, precisamos dar ainda mais para evitar que tanta gente saia prejudicada”, ponderou Conceição.

O volante foi titular com todos os treinadores que passaram pelo Moisés Lucarelli neste ano (Vadão, Marco Arélio e, agora, Wanderley Paiva) e um dos poucos jogadores elogiados pela torcida. Apesar da provável queda acontecer nove anos após o retorno da Macaca à elite, Conceição que o clube está habituado a essa situação. Já é o terceiro Brasileirão seguido lutando contra a degola.

“Vivi a mesma situação no ano passado, mas, como estou participando mais este ano, parece estar mais difícil. Deus coloca estas dificuldades no nosso caminho porque eu tenho certeza de que algo bom está sendo preparado”, destacou o volante, esperançoso em dias melhores no Majestoso.

A Ponte ocupa a 17ª colocação na classificação com 38 pontos, três atrás do Fluminense. Um tropeço dos campineiros diante do Goiás, no Serra Dourada, somado a um simples empate dos cariocas com o já rebaixado Santa Cruz define a queda da Macaca. Em Campinas e Recife, é dado como certo o pagamento de um prêmio aos jogadores do Coral pela vitória.

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