< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >A Federação Peruana de Futebol (FPF) anunciou que pode acompanhar Colômbia, Equador e Bolívia e ameaça abandonar a Copa América em represália à decisão da Fifa de proibir jogos em cidades acima de 2500 metros de altitude. Nas Eliminatórias para a Copa de 2010, o Peru planejava disputar seus principais jogos (contra Brasil e Argentina, principalmente), em Cuzco, a 3600 metros acima do mar.
“Vamos apoiar esses países da melhor maneira possível, podendo inclusive não disputar a Copa América, pois a decisão da Fifa nos afeta. Planejávamos jogar alguns jogos das Eliminatórias para a Copa em Cuzco, a 3600 metros do mar. Seria a primeira vez que jogaríamos partida desse nível lá”, declarou Julio Pastor, vice-presidente da FPF.
Angustiado, Pastor lamentou que alguns jogadores e diretores peruanos tenham comentado que seria melhor enfrentar Argentina e Brasil com a ajuda da altitude, pois isso teria atrapalhado os planos da Federação. “A decisão da Fifa mostra que não era conveniente falarmos da proposta de jogar em Cuzco, deveríamos ser mais discretos”, confidenciou.
Ao mesmo tempo, o dirigente não acredita que a medida tenha sido tomada para prejudicar o Peru, que decidiu jogar em Cuzco há pouco tempo. “Faz tempo que a Fifa está planejando tomar essa atitude, não tem nada a ver com a nossa decisão”, esclareceu.
A nova regulamentação impede que jogos internacionais sejam realizados em importantes cidades da América do Sul, como Quito no Equador (2800 metros de altitude) e Bogotá na Colômbia (2650 metros). A seleção da Bolívia será a maior prejudicada, pois joga a maioria de seus confrontos em La Paz, a mais de 3600 metros acima do mar.
A reclamação de jogar em cidades com mais de 2500 metros do mar é uma reclamação antiga de clubes e seleções que disputam torneios sul-americanos. O fator altitude foi muito importante, por exemplo, nas Eliminatórias para a Copa de 1994, quando o Brasil sofreu sua primeira derrota na história da competição em La Paz, e a Bolívia conseguiu sua única classificação a uma Copa do Mundo. Em 2002 e 2006, a altitude também foi considerada ponto chave para a classificação do Equador a suas duas primeiras Copas.
Nas competições interclubes, recentemente, o Flamengo teve muitos jogadores sofrendo com falta de ar no jogo contra o Real Potosí, na Bolívia, pela Libertadores deste ano. Além disso, muitos atribuem o sucesso dos times mexicanos à altitude das principais cidades do país.
< !--/hotwords -- >“Vamos apoiar esses países da melhor maneira possível, podendo inclusive não disputar a Copa América, pois a decisão da Fifa nos afeta. Planejávamos jogar alguns jogos das Eliminatórias para a Copa em Cuzco, a 3600 metros do mar. Seria a primeira vez que jogaríamos partida desse nível lá”, declarou Julio Pastor, vice-presidente da FPF.
Angustiado, Pastor lamentou que alguns jogadores e diretores peruanos tenham comentado que seria melhor enfrentar Argentina e Brasil com a ajuda da altitude, pois isso teria atrapalhado os planos da Federação. “A decisão da Fifa mostra que não era conveniente falarmos da proposta de jogar em Cuzco, deveríamos ser mais discretos”, confidenciou.
Ao mesmo tempo, o dirigente não acredita que a medida tenha sido tomada para prejudicar o Peru, que decidiu jogar em Cuzco há pouco tempo. “Faz tempo que a Fifa está planejando tomar essa atitude, não tem nada a ver com a nossa decisão”, esclareceu.
A nova regulamentação impede que jogos internacionais sejam realizados em importantes cidades da América do Sul, como Quito no Equador (2800 metros de altitude) e Bogotá na Colômbia (2650 metros). A seleção da Bolívia será a maior prejudicada, pois joga a maioria de seus confrontos em La Paz, a mais de 3600 metros acima do mar.
A reclamação de jogar em cidades com mais de 2500 metros do mar é uma reclamação antiga de clubes e seleções que disputam torneios sul-americanos. O fator altitude foi muito importante, por exemplo, nas Eliminatórias para a Copa de 1994, quando o Brasil sofreu sua primeira derrota na história da competição em La Paz, e a Bolívia conseguiu sua única classificação a uma Copa do Mundo. Em 2002 e 2006, a altitude também foi considerada ponto chave para a classificação do Equador a suas duas primeiras Copas.
Nas competições interclubes, recentemente, o Flamengo teve muitos jogadores sofrendo com falta de ar no jogo contra o Real Potosí, na Bolívia, pela Libertadores deste ano. Além disso, muitos atribuem o sucesso dos times mexicanos à altitude das principais cidades do país.