Após uma rápida passagem pelo Rio de Janeiro, onde treinou na manhã desta segunda-feira (24) na praia de Copacabana, o elenco do Grêmio seguiu, á tarde, para o Equador. Depois de empatar em 0 a 0 fora de casa com o Atlético-MG, o Tricolor gaúcho volta seu foco para a Copa Sul-Americana, onde enfrentará o Barcelona-EQU, em Guayaquil, nesta quarta-feira (26), pela ida das oitavas de final.
“Temos que nos desligar do Brasileirão. É difícil, pois o cansaço bate, a viagem é longa. Mas precisamos de foco, pois temos chances na Sul-Americana. A gente viu o jogo do Barcelona-EQU contra o Cobreloa (do Chile). É um time leve, com velocidade e muita técnica”, avaliou o atacante Kléber, que deve começar a partida no ataque ao lado de Marcelo Moreno.
A chegada do Grêmio a Guayaquil representa o retorno do clube gaúcho a um local aonde ele não joga há 16 anos. A última vez que o Tricolor enfrentou um time equatoriano foi em 1996, em um amistoso, contra o próprio Barcelona-EQU: vitória por 1 a 0, gol de Émerson, hoje auxiliar técnico de Vanderlei Luxemburgo.
O último confronto gremista em um mata-mata contra clubes do Equador traz ótimas lembranças à torcida azul de Porto Alegre. Foi na semifinal da Libertadores de 1995, quando o time treinado por Luiz Felipe Scolari conquistou seu segundo título continental. Após empatar em 0 a 0 com o Emelec, em Guayaquil, a equipe gaúcha venceu por 2 a 0 no Olímpico, gols de Paulo Nunes e Jardel.