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Futebol

Paulo Campos não se conforma com árbitro. Givanildo minimiza

Arquivo Geral

21/10/2006 0h00

O técnico Paulo Campos culpou o árbitro Antonio Hora Filho pela derrota do Náutico para o Sport, por 2 x 0, neste sábado, na Ilha do Retiro. O sergipano não poupou os cartões amarelos no primeiro tempo do clássico, que acabou com Vicente expulso.

“A arbitragem decidiu o jogo no primeiro tempo”, desabafou o treinador do Timbu. “Fez a grande diferença. Em uma partida tranqüila, em que duas equipes foram para jogar futebol, é incrível a atitude dele”, completou.

Quando o primeiro tempo acabou, Paulo Campos foi pessoalmente chiar com Antonio Hora Filho, que não considerou a atitude grosseira. “Falei com ele no intervalo com toda cordialidade, para dizer que não acreditava que, em um jogo daqueles, ele já tivesse dado tanto cartões”, contou o técnico.

Pelo lado do vitorioso Sport, o técnico Givanildo Oliveira não tinha críticas a fazer ao árbitro. “A gente sabia que ele não gosta de certas coisas. Cada juiz tem um estilo. Sempre digo que não existe regra, e sim estilo. Ele é muito rigoroso e, por isso, houve muitos cartões”, justificou.

Givanildo usou o mesmo argumento para falar da postura de Paulo Campos. “Ele tem a maneira dele de ser, de trabalhar. Tem treinador que não gosta de coletiva, por exemplo, e eu gosto. Cada um tem seu jeito. Não tem nada a ver isso aí”, minimizou.

O “estilo” do técnico do Sport não é o de reclamão. “Eu não desconfio de árbitro porque, na época em que eu jogava, tinha essas coisas. Hoje, não. Sempre torço para que o árbitro vá bem e que vença o melhor. Foi o que aconteceu”, orgulhou-se Givanildo Oliveira.

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