“Se o título vier, que tenho convicção que pode acontecer, será o mais importante da história do São Paulo”. Assim que o goleiro Rogério Ceni definiu a importância da final da Libertadores da América principalmente depois da derrota no jogo de ida para o Internacional no Morumbi.
Na visão do capitão são-paulino, a força e a tradição do clube são pontos favoráveis em uma possível virada. Desta forma, Rogério acha prudente o discurso do lado do Internacional evitando uma comemoração antecipada antes da partida da próxima semana no estádio Beira-Rio.
“O Inter, é claro, é favorito por merecimento, pelo que fez. Mas, em se tratando de São Paulo, nunca um time que ganhou no Morumbi pode dizer que o título está em suas mãos”, afirmou o arqueiro. “A história só é contada depois que se escreve o último capítulo. Ainda está em aberto. Até agora não existe um campeão”, completou.
Sem perder a soberania, Rogério Ceni já tem em mente as palavras que devem servir como base para o São Paulo se preparar nos próximos dias até o jogo da próxima semana. “É calma, tranqüilidade, sabedoria. São os termos que cabem neste momento”, comentou.
Experiente, o capitão são-paulino espera que o elenco controle a ansiedade até a próxima quarta-feira (16/8). A experiência sempre foi um dos quesitos mais exaltados pelo o atual campeão mundial durante a difícil caminhada até a segunda final seguida da Libertadores.
“Hoje é dia de cabeça fria, de resolver problemas físicos, a questão do Mineiro, do Danilo. Não vamos ganhar agora do Inter, nas entrevistas. Cada dia tem que ser vivido e planejado”, filosofou Rogério Ceni.