“Acho que se chegar o Dagoberto e mais um homem de referência, vamos ficar bem. Precisamos alguém para o lugar do Aloísio. Ele se desgasta muito, luta demais dentro de campo”, explicou nesta quinta-feira o comandante são-paulino. Por enquanto, a contratação de Dagoberto segue complicada. O São Paulo confia que, com o fechamento do mercado europeu, o Atlético-PR mude de postura e aceite uma proposta de R$ 5 milhões.
Muricy Ramalho também fez uma análise sobre as recentes contratações do Tricolor. O treinador contou como chegou ao nome de Fredson, que estava no Espanyol há cinco anos e não ganhou muita projeção no cenário brasileiro com a camisa do Paraná Clube.
“Se você é viciado em assistir futebol, acaba achando esses jogadores. O Fredson saiu faz muito tempo, mas temos obrigação de conhecer o seu clube, o Espanyol. Também conversamos com pessoas que recomendaram bem esse atleta”, comentou o técnico. “Ele é um jogador de muita pegada, justamente o que nos falta. Ainda tem uma finalização forte, também marca gols”, completou.
Já Jorge Wagner é um velho conhecido de Muricy Ramalho. Ambos trabalharam juntos no Internacional durante a temporada 2005. A intenção do técnico do São Paulo é utilizá-lo no meio-campo, embora tenha sido campeão da Libertadores da América pelo Internacional como ala.
“No Betis, o Jorge Wagner já passou a atuar como camisa dez. No lado esquerdo, ele pode ser utilizado em todas as posições. É um jogador muito útil e ainda pode nos ajudar bastante nas bolas paradas”, comemorou Muricy Ramalho.