Foram 13 meses no futebol japonês, treinando o Jubilo Iwata, antes de ser procurado pelo Cruzeiro para substituir Dorival Júnior. Lutando contra a desconfiança da torcida e a inexperiência, Adílson Batista já tem em suas mangas as cartas para superar as dificuldades e iniciar com o pé direito o seu trabalho na Raposa.
Na primeira etapa do trabalho, quando começará o planejamento para a pré-temporada e a elaboração de uma lista de reforços para o Campeonato Mineiro e Copa Libertadores, o novo comandante azul vai conhecer o material humano que tem em mãos através de DVD dos jogos e conversas com o antecessor Dorival Júnior.
“Pelos jogos que eu vi, o Cruzeiro tem um bom time. É novo, estava numa situação de encostar no São Paulo, sabendo do trabalho do São Paulo, da concentração do São Paulo, do trabalho do Muricy (Ramalho, técnico tricolor) , que tem que ser enaltecido, e o Cruzeiro estava incomodando. Infelizmente aconteceram algumas coisas, o time teve dificuldades, mas no final conseguiu o objetivo que foi a classificação. Mas vou olhar melhor para não cometer injustiça”, explicou.
Adílson está no Brasil desde outubro e, portanto, acompanhou de perto a derrocada celeste no Brasileirão, quando a equipe somou apenas duas vitórias em 11 jogos e quase colocou a vaga na competição continental a perder. Para ajudá-lo no processo vai ligar para Dorival, que considera ser seu amigo pessoal.
“Vou conversar com o Júnior, para a gente saber, encontrar alguma solução, corrigir, enfim, o time tem potencial. Deixa eu avaliar melhor para em 2008 eu ser cobrado”, disse, mas uma vez usando o discurso político com a torcida cruzeirense.
Não deixa de ser irônico. Antes do término do Nacional, a diretoria declarava abertamente os planos de manter Dorival para 2008. Considerava um retrocesso a troca, visto que o novo comandante não tinha um conhecimento teórico do grupo azul. Pois agora o trabalho será iniciado do zero e o vice de futebol Zezé Perrella aposta na familiaridade de Adílson com a Raposa para o sucesso.
“O Adilson representou muito como jogador e a liderança que tem. Falar dele é até desnecessário. A minha amizade com ele vem desde quanto ele era atleta do Cruzeiro. A nossa relação é de confiança. O Adilson tem um carinho muito grande pelo Cruzeiro. onde ele andou, nestes anos todos, sempre me ligou para saber quanto ficou um jogo nosso. Acho que ele é a cara do Cruzeiro”, acredita.
O ex-zagueiro passou pela Toca de 1988 a 1993. De fato, o carinho pelo clube pôde ser sentido durante as negociações. Adílson recusou uma proposta do Goiás e nas conversas com Perrella jamais impôs nenhuma condição para a assinatura do contrato. “Ele disse: vocês vão me pagar o que acham que eu mereço”, enfatizou o dirigente. Os resultados dessa relação amistosa serão conhecidos a partir do dia 3 de janeiro, quando a temporada efetivamente começará para a Raposa, na Toca.
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“Pelos jogos que eu vi, o Cruzeiro tem um bom time. É novo, estava numa situação de encostar no São Paulo, sabendo do trabalho do São Paulo, da concentração do São Paulo, do trabalho do Muricy (Ramalho, técnico tricolor) , que tem que ser enaltecido, e o Cruzeiro estava incomodando. Infelizmente aconteceram algumas coisas, o time teve dificuldades, mas no final conseguiu o objetivo que foi a classificação. Mas vou olhar melhor para não cometer injustiça”, explicou.
Adílson está no Brasil desde outubro e, portanto, acompanhou de perto a derrocada celeste no Brasileirão, quando a equipe somou apenas duas vitórias em 11 jogos e quase colocou a vaga na competição continental a perder. Para ajudá-lo no processo vai ligar para Dorival, que considera ser seu amigo pessoal.
“Vou conversar com o Júnior, para a gente saber, encontrar alguma solução, corrigir, enfim, o time tem potencial. Deixa eu avaliar melhor para em 2008 eu ser cobrado”, disse, mas uma vez usando o discurso político com a torcida cruzeirense.
Não deixa de ser irônico. Antes do término do Nacional, a diretoria declarava abertamente os planos de manter Dorival para 2008. Considerava um retrocesso a troca, visto que o novo comandante não tinha um conhecimento teórico do grupo azul. Pois agora o trabalho será iniciado do zero e o vice de futebol Zezé Perrella aposta na familiaridade de Adílson com a Raposa para o sucesso.
“O Adilson representou muito como jogador e a liderança que tem. Falar dele é até desnecessário. A minha amizade com ele vem desde quanto ele era atleta do Cruzeiro. A nossa relação é de confiança. O Adilson tem um carinho muito grande pelo Cruzeiro. onde ele andou, nestes anos todos, sempre me ligou para saber quanto ficou um jogo nosso. Acho que ele é a cara do Cruzeiro”, acredita.
O ex-zagueiro passou pela Toca de 1988 a 1993. De fato, o carinho pelo clube pôde ser sentido durante as negociações. Adílson recusou uma proposta do Goiás e nas conversas com Perrella jamais impôs nenhuma condição para a assinatura do contrato. “Ele disse: vocês vão me pagar o que acham que eu mereço”, enfatizou o dirigente. Os resultados dessa relação amistosa serão conhecidos a partir do dia 3 de janeiro, quando a temporada efetivamente começará para a Raposa, na Toca.
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