Uma derrota em casa para um time que está bem abaixo na classificação é sempre difícil de se explicar. Nestas horas, é obrigação do comandante dar a cara a tapa. Adilson Batista, técnico do Cruzeiro, não conseguiu uma explicação lógica para a derrota de 1 a 0 para o Goiás, mas fez suas considerações.
“Infelizmente hoje, se nós tivéssemos mais 40 minutos, a bola não entraria. Tem dias que não acontece. Hoje a bola não queria entrar”, avaliou, sem tentar justificar. O treinador lamentou ainda que o Goiás tenha marcado o primeiro gol, depois que o Cruzeiro já tinha conseguido até acertar a trave de Harlei.
“A proposta foi boa, só que num jogo como esse você tem que sair na frente para ver se o adversário se abre um pouquinho. Porque, com certeza, nós teríamos a posse de bola, por estamos jogando em casa. Mas nós já enfrentamos o Botafogo assim, o Vasco assim, o Atlético Paranaense um pouquinho parecido e também tivemos dificuldades, mas vencemos”, lembrou.
Para Adilson Batista, a calma é o melhor caminho para chegar à recuperação, já no sábado, contra o Fluminense. “Temos que ter paciência, os cuidados e não queimar modificações. Precisamos valorizar os atletas e passar confiança. Sabemos do potencial do Guilherme, que infelizmente está debilitado e não jogou bem, mas está voltando e a gente precisa ter calma”, defendendo o jovem e promissor atacante, que foi criticado por torcedores.
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