Depois de ter prejudicado a luta do Palmeiras por uma vaga à Libertadores da América ao ser expulso contra o Vasco e pegar uma suspensão de quatro partidas no último Campeonato Brasileiro, o meia Valdívia fez uma “resolução de ano-novo” e prometeu um 2008 diferente para a torcida alviverde.
Escolhido como capitão do time pelo técnico Wanderley Luxemburgo justamente para aprender a ter maior responsabilidade junto ao time, o “Mago” vem encontrando dificuldades na função. Depois de levar seu primeiro amarelo na temporada, domingo, no clássico contra o Santos, Valdívia desabafou:
“Ás vezes, a imagem que criaram de bad boy me atrapalha dentro do jogo. Eu tento falar com o árbitro, mas ele me manda calar a boca. O Fábio Costa (capitão do Santos) pediu cartão amarelo para o Luiz Henrique e nada aconteceu. Às vezes o capitão tem que falar. Por que só o Valdívia não pode falar? Por que essa diferença?”, questionou o camisa dez.
Apesar de assegurar que não se sente perseguido pelo fato de ser estrangeiro, como já fizeram Carlitos Tevez, em sua passagem pelo Corinthians, e Acosta, hoje no rival palmeirense, Valdívia pediu uma ajuda aos árbitros para acabar com a fama, para ele, injusta, que ganhou ao longo da última temporada.
“As pessoas têm o direito de mudar. Eu estou mudando”, assegurou. “Se eu tento mudar a imagem e as pessoas não aceita, fica difícil, mas estou tentando retribuir da melhor forma a escolha do Wanderley (Luxemburgo) por mim como capitão. Para a mudança ser completa, preciso que haja ajuda da outra parte”, confessou.
Valdívia acredita que, com o passar do tempo, a arbitragem conseguirá enxergar seu novo perfil. “Eles não estão me perseguindo, mas têm que entender que as pessoas mudam. Sei que para isso acontecer leva tempo, mas o campeonato está apenas começando”, concluiu.
Escolhido como capitão do time pelo técnico Wanderley Luxemburgo justamente para aprender a ter maior responsabilidade junto ao time, o “Mago” vem encontrando dificuldades na função. Depois de levar seu primeiro amarelo na temporada, domingo, no clássico contra o Santos, Valdívia desabafou:
“Ás vezes, a imagem que criaram de bad boy me atrapalha dentro do jogo. Eu tento falar com o árbitro, mas ele me manda calar a boca. O Fábio Costa (capitão do Santos) pediu cartão amarelo para o Luiz Henrique e nada aconteceu. Às vezes o capitão tem que falar. Por que só o Valdívia não pode falar? Por que essa diferença?”, questionou o camisa dez.
Apesar de assegurar que não se sente perseguido pelo fato de ser estrangeiro, como já fizeram Carlitos Tevez, em sua passagem pelo Corinthians, e Acosta, hoje no rival palmeirense, Valdívia pediu uma ajuda aos árbitros para acabar com a fama, para ele, injusta, que ganhou ao longo da última temporada.
“As pessoas têm o direito de mudar. Eu estou mudando”, assegurou. “Se eu tento mudar a imagem e as pessoas não aceita, fica difícil, mas estou tentando retribuir da melhor forma a escolha do Wanderley (Luxemburgo) por mim como capitão. Para a mudança ser completa, preciso que haja ajuda da outra parte”, confessou.
Valdívia acredita que, com o passar do tempo, a arbitragem conseguirá enxergar seu novo perfil. “Eles não estão me perseguindo, mas têm que entender que as pessoas mudam. Sei que para isso acontecer leva tempo, mas o campeonato está apenas começando”, concluiu.