Apagar a má atuação no Mundial de Clubes do ano passado, quando terminou na última colocação. Essa é a filosofia dos egípcios do Al-Ahly, primeiro clube a participar duas vezes da competição intercontinental organizada pela Fifa. O egípcio Mohamed Aboutrika, principal destaque da equipe, disse que o time tem condições de fazer boa campanha neste ano, indo mais longe do que a primeira eliminatória.
“Esperamos melhorar sim. Nosso problema no ano passado foi ter perdido a forma. Por essa razão, não pudemos jogar tudo o que sabíamos no Japão. Agora, creio que estamos recuperando parte da nossa magia. Uma vez retornando a harmonia entre os jogadores, podemos chegar muito longe”, declarou ao site da Fifa o atleta, que concorre ao prêmio de melhor jogador africano da temporada, ao lado de Drogba, Eto’o, Essien e Kanu.
Já sobre as alterações na equipe que esteve no último Mundial, Aboutrika destacou a ausência do meio-campo egípcio Mohamed Barakat e do defensor angolano Gilberto, ambos vetados por lesão.
“Perdemos Mohamed Barakat, que era um jogador muito importante para nós e que está lesionado. Pode-se dizer o mesmo de Gilberto, que assim como Barakat é parte fundamental em nosso esquema de jogo”, analisou o atleta, lamentando a ausência dos companheiros no Japão.
A estréia do Al-Ahly no oriente, aliás, será contra o Auckland City (Nova Zelândia) no dia 10 de dezembro (domingo), às 8h20 (de Brasília), em Toyota. Quem passar pela primeira eliminatória, terá o brasileiro Internacional pela frente nas semifinais, marcadas para o dia 13, às 8h20 (de Brasília), em Tóquio.