Além do confronto contra o Vasco da Gama, domingo, no Rio de Janeiro, e da possível negociação do meia Valdívia com o futebol europeu, deixada nas entrelinhas na entrevista do próprio jogador, os assuntos que movimentaram a Academia de Futebol nesta sexta-feira foram uma continuação das “bombas” largadas no Verdão no dia anterior: atraso nos direitos de imagem e Thiago Neves.
Assim como fizeram Dininho e Wendel na quinta-feira, o técnico Caio Júnior e o chileno Valdívia basearam seus discursos na excelente campanha do time no Campeonato Brasileiro para negar que qualquer mal-estar tenha sido criado durante os três meses em que os vencimentos de salários não foram depositados corretamente na conta do elenco.
“Tanto não houve insatisfação que só estão falando sobre esse assunto no dia em que os valores foram pagos. Nesse período de dois meses e meio, jogamos nove partidas, só perdemos uma e estamos invictos há seis. Essa é a maior resposta e a prova que não houve qualquer insatisfação”, discursou o técnico Caio Júnior.
Valdívia seguiu a mesma linha, visivelmente ensaiada, no discurso. “Seria fácil falar que o pessoal ficou chateado, mas nada disso aconteceu e a prova é que o time é vice-líder. Não teve briga ou discussão e nos mantivemos tranqüilos. O Palmeiras correu, jogou, lutou, ganhou e chegou à vice-liderança com os salários atrasados. O clube vive dias felizes”.
Questionado se teria se reunido com outros atletas do grupo e ido à diretoria cobrar o pagamento dos atrasados, o “Mago” foi direto: “Nunca existiu qualquer tipo de pressão. Houve conversa. Nunca nos pressionaram quando o Palmeiras estava lá embaixo e também não temos que fazer isso”, argumentou.
Sobre os R$ 400 mil que teriam sido adiantados a Thiago Neves, Valdívia deu de ombros: “Até hoje (sexta) eu não sabia de nada. Se pagou ou não pagou, é problema do Thiago Neves, do Palmeiras e do Fluminense. Não tem nada a ver com o que a gente faz dentro de campo e eu não esquento a cabeça com isso”, concluiu.
Assim como fizeram Dininho e Wendel na quinta-feira, o técnico Caio Júnior e o chileno Valdívia basearam seus discursos na excelente campanha do time no Campeonato Brasileiro para negar que qualquer mal-estar tenha sido criado durante os três meses em que os vencimentos de salários não foram depositados corretamente na conta do elenco.
“Tanto não houve insatisfação que só estão falando sobre esse assunto no dia em que os valores foram pagos. Nesse período de dois meses e meio, jogamos nove partidas, só perdemos uma e estamos invictos há seis. Essa é a maior resposta e a prova que não houve qualquer insatisfação”, discursou o técnico Caio Júnior.
Valdívia seguiu a mesma linha, visivelmente ensaiada, no discurso. “Seria fácil falar que o pessoal ficou chateado, mas nada disso aconteceu e a prova é que o time é vice-líder. Não teve briga ou discussão e nos mantivemos tranqüilos. O Palmeiras correu, jogou, lutou, ganhou e chegou à vice-liderança com os salários atrasados. O clube vive dias felizes”.
Questionado se teria se reunido com outros atletas do grupo e ido à diretoria cobrar o pagamento dos atrasados, o “Mago” foi direto: “Nunca existiu qualquer tipo de pressão. Houve conversa. Nunca nos pressionaram quando o Palmeiras estava lá embaixo e também não temos que fazer isso”, argumentou.
Sobre os R$ 400 mil que teriam sido adiantados a Thiago Neves, Valdívia deu de ombros: “Até hoje (sexta) eu não sabia de nada. Se pagou ou não pagou, é problema do Thiago Neves, do Palmeiras e do Fluminense. Não tem nada a ver com o que a gente faz dentro de campo e eu não esquento a cabeça com isso”, concluiu.