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Futebol

Pacote de segurança desagrada os times na Itália

Arquivo Geral

06/02/2007 0h00

O apoio inicial dos clubes italianos às medidas contra a violência no futebol do país está começando a ruir. Os cartolas estão acenando com uma greve dos times do Calcio, pela discordância com o pacote lançado pela Justiça nesta terça-feira.

O presidente do Napoli, Aurelio De Laurentis, é um dos protagonistas entre os dirigentes que se opõem às decisões, que incluem jogos de portões fechados a todos os estádios que não se adequarem à Lei Pisanu. Outro ponto polêmico é a inclusão de estádios com capacidade para menos de 10 mil torcedores. Anteriormente as menores arenas não tinham a obrigação de se adequarem à lei. 

“Os clubes também poderiam decidir não jogar e fazer uma greve. Se não existem garantias, por qual motivo devemos voltar a jogar? Se preciso, deveríamos suspender as competições por três semanas e reescrever regras que respondam à lógica”, afirmou.

A Liga dos Clubes ainda tenta reverter algumas das medidas e já sugere que outras atitudes menos drásticas sejam tomadas para solucionar o problema. Eles tentam convencer que apenas a ausência de torcedores visitantes já seria suficiente para evitar as brigas.

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