O delegado da 16ª Delegacia Policial, Carlos Augusto Nogueira Pinto, deve indiciar o travesti André Luiz Ribeiro Albertino por extorsão e furto de documento, no caso envolvendo o atacante do Mílan, Ronaldo Nazário, ocorrido num motel no Rio de Janeiro. A tentativa de extorsão foi confirmada por um segundo travesti que também participava do programa.
Segundo a polícia, em depoimento, o segundo travesti, conhecido como Carla , afirmou que André Luiz teria pedido uma quantia de R$50 mil reais. “É bem provável que ele seja indiciado por extorsão, foi o próprio companheiro que disse isso”, acrescentou. Ronaldo está no Rio de Janeiro se recuperando de uma cirurgia feita no joelho.
Se for indiciado pelo crime de extorsão, Albertino pode pegar de quatro a dez anos de prisão. E quanto ao documento, André Luiz teria pego o domcumento do carro sem o concentimento do jogador. A gerente do motel onde Ronaldo foi, confirmou que Andréia teria aberto a porta do carro do jogador e em momento nenhum ele apresentava sinais de uso de drogas ou aparentava estar bêbado.
Segundo o delegado, antes mesmo de haver qualqeur indiciamento, serão ouvidos o jogador e mais três travestis que participaram do programa. Em nota oficial, a Assessoria de Imprensa do jogador afirmou que o jogador não deverá comparecer de maneira alguma à delegacia, já que não há nenhuma queixa-cirme contra o jogador.
Entenda o caso
Após sair duma boate na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, o atacante do Mílan, Ronaldo Nazário (Ronaldo Fenômeno) teria pago três supostas prostitutas para fazer um programa.
Chegando no motel, o jogador teria visto que se tratavam de travestis e não garotas de programa. O jogador então teria desistido do programa, mas fez questão de pagá-las. Dois dos três travestis aceitaram o pagamento, exceto André Luiz Ribeiro Albertino, conhecido como Andréia Albertina, que teria pedido, para ficar em silêncio, a quantia de R$50 mil reais. E teria ficado com o documento do carro, um Fordo Fusion, no nome do jogador.