Do péssimo gramado do estádio de Accra às caóticas condições que a imprensa encontra para cobrir o evento, o comitê organizador da Copa da África de 2008, que está sendo realizada em Gana, vêm sendo alvo de fortes críticas.
Segundo Claude de Roy, técnico da seleção da casa, os comandantes do evento agem com indiferença. “O gramado (do estádio Ohene Djan) não é melhor que um campo de batatas. É terrível. Se um padeiro não tem farinha, não pode fazer pães. O mesmo ocorre num campo nesse estado: como os jogadores podem atuar?”, indagou o francês após a vitória sobre Guiné, na abertura da competição, no último domingo.
Se não bastassem os problemas com a qualidade do campo de Accra, que receberá a final da Copa da África, as condições para o trabalho da imprensa também são criticadas. Com o avanço do número de jogadores do continente em destaque no futebol europeu, centenas de jornalistas, de várias partes do mundo, estão em Gana para a cobertura do evento, sendo que a maioria deles tem reclamações a fazer.
“No centro de imprensa está tudo errado, é um inferno. É óbvio que existe uma pobre coordenação entre o ele e o comitê de imprensa da Confederação Africana de Futebol”, declarou o jornal local Daily Graphic.
“Não poderia haver um começo pior para a competição. As cenas que vemos no Kofi Annan (secretário-geral das Nações Unidas de 1997 a 2006, cujo nome foi usado para batizar o centro de imprensa) parecem desorganizadas e caóticas, em um grande contraste com o que aconteceu no Egito há dois anos”, adicionou a publicação, em referência ao local-sede da última Copa da África.
Outros protestos da mídia internacional vieram da cidade de Kumasi, sede das partidas do Grupo C da primeira fase. A cerimônia de abertura do evento, no último domingo, também não foi poupada de críticas.
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Se não bastassem os problemas com a qualidade do campo de Accra, que receberá a final da Copa da África, as condições para o trabalho da imprensa também são criticadas. Com o avanço do número de jogadores do continente em destaque no futebol europeu, centenas de jornalistas, de várias partes do mundo, estão em Gana para a cobertura do evento, sendo que a maioria deles tem reclamações a fazer.
“No centro de imprensa está tudo errado, é um inferno. É óbvio que existe uma pobre coordenação entre o ele e o comitê de imprensa da Confederação Africana de Futebol”, declarou o jornal local Daily Graphic.
“Não poderia haver um começo pior para a competição. As cenas que vemos no Kofi Annan (secretário-geral das Nações Unidas de 1997 a 2006, cujo nome foi usado para batizar o centro de imprensa) parecem desorganizadas e caóticas, em um grande contraste com o que aconteceu no Egito há dois anos”, adicionou a publicação, em referência ao local-sede da última Copa da África.
Outros protestos da mídia internacional vieram da cidade de Kumasi, sede das partidas do Grupo C da primeira fase. A cerimônia de abertura do evento, no último domingo, também não foi poupada de críticas.
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