A estréia do São Paulo na Libertadores foi marcada por todos os estereótipos que cercam o torneio continental. Além de enfrentar uma partida difícil dentro de campo, o Tricolor ainda passou por apuros fora dele: teve seus ônibus apedrejados, sofreu com as hostilidades da torcida rival e ainda precisou tomar banho em chuveiros sem aquecimento nos vestiários após o um a um com o Nacional de Medellín.
As situações levaram a diretoria do clube a prometer ainda na Colômbia um protesto junto à Conmebol, pedindo providências legais da entidade junto ao time colombiano e ao estádio Atanasio Girardot. Porém, já no Brasil, o tom do discurso são-paulino era mais ameno, até rechaçando a possibilidade de enviar um ofício à confederação.
“Isso é para novatos, é coisa de quem não conhece a Libertadores. Nós estamos habituados a isso”, desdenhou Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do São Paulo, no desembarque do time hoje no Brasil.
Segundo o dirigente, o ambiente de insegurança em Medellín pode até ser benéfico para os jogadores. “Estimula a equipe. O São Paulo precisa ser cobrado”, garante. “A gente já tomou banho gelado antes e não achou ruim.”
Entre o próprio elenco, novas demonstrações de naturalidade com as pedradas e o chuveiro gelado. “Nós já estávamos mais acostumados a isso de jogar pedras. Essas coisas são de Libertadores”, disse o volante Richarlyson. “Mas se a diretoria vai entrar com isso (protesto), deve ter achado algo que não esperava”, ressalvou.
No entanto, parte da cúpula da diretoria são-paulina ainda se mostra favorável a um pedido de medidas referentes aos atos ocorridos nos bastidores do empate com o Nacional de Medellín. Foi o que demonstrou o presidente Juvenal Juvêncio nesta quinta-feira.
“Isso precisa ser reprimido. Tenho a impressão de que a Conmebol tomará uma providência”, disse Juvenal, que concordou com a defesa de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice-presidente de futebol do clube.
“É preciso que isso se resolva, que não aconteça mais”, reclamou Leco. “Nós vamos representar junto à Conmebol pedindo uma providência. Um torneio pretensiosamente importante como a Libertadores não pode ter situações como essas se repetindo”, completou.
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“Isso é para novatos, é coisa de quem não conhece a Libertadores. Nós estamos habituados a isso”, desdenhou Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do São Paulo, no desembarque do time hoje no Brasil.
Segundo o dirigente, o ambiente de insegurança em Medellín pode até ser benéfico para os jogadores. “Estimula a equipe. O São Paulo precisa ser cobrado”, garante. “A gente já tomou banho gelado antes e não achou ruim.”
Entre o próprio elenco, novas demonstrações de naturalidade com as pedradas e o chuveiro gelado. “Nós já estávamos mais acostumados a isso de jogar pedras. Essas coisas são de Libertadores”, disse o volante Richarlyson. “Mas se a diretoria vai entrar com isso (protesto), deve ter achado algo que não esperava”, ressalvou.
No entanto, parte da cúpula da diretoria são-paulina ainda se mostra favorável a um pedido de medidas referentes aos atos ocorridos nos bastidores do empate com o Nacional de Medellín. Foi o que demonstrou o presidente Juvenal Juvêncio nesta quinta-feira.
“Isso precisa ser reprimido. Tenho a impressão de que a Conmebol tomará uma providência”, disse Juvenal, que concordou com a defesa de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice-presidente de futebol do clube.
“É preciso que isso se resolva, que não aconteça mais”, reclamou Leco. “Nós vamos representar junto à Conmebol pedindo uma providência. Um torneio pretensiosamente importante como a Libertadores não pode ter situações como essas se repetindo”, completou.