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Futebol

Não tem acordo

Arquivo Geral

20/09/2013 7h00

A baderna do futebol candango não é exclusividade dos homens. No futebol feminino, uma disputa fora de campo vai esquentar os próximos dias do clube da Ascoop, único representante do DF no Campeonato Brasileiro.

 

Depois de arrendar o time  por R$ 10 mil junto ao presidente do clube Arnaldo Freire, a dirigente Awá Ytainã Jesus Coelho foi literalmente excluída das atividades.

 

No empate entre Ascoop e Vasco por 1 x 1 na quarta-feira no Bezerrão, o presidente entrou com uma liminar que impedia a dirigente de estar à frente do time, e, com isso, colocou em campo atletas de sua escolha. “Tenho um contrato que vai até o dia 27 de março de 2015. Mas ele (Arnaldo) está ignorando. Tenho todos os documentos protocolados na federação. Acredito que devem ter diretores lá dentro que estão o ajudando”, disse.

 

  A dirigente não poupou o presidente do clube e o acusou de estar inelegível quando firmou o contrato, e que portanto não poderia fazer o acordo. “O Arnaldo deveria ter feito uma assembléia de convocação e concorrer em uma eleição, mas eu tenho documentos que comprovam que ele não fez isso. Quando ele percebeu que poderia perder o clube, fez uma ata, recolheu a assinatura e é novamente o presidente”, comentou Awá. Ela não desistirá de ser dirigente do time feminino da Ascoop.

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