Depois da eliminação no Paulistão, já está virando hábito a diretoria do São Paulo aparecer às vésperas de jogos importantes para afirmar que Muricy Ramalho não será demitido em caso de nova derrota. Nesta sexta-feira, não foi diferente.
O trabalho do treinador foi exaltado mais uma vez pelo superintendente Marco Aurélio Cunha. Desde que retornou ao Tricolor, em janeiro de 2006, Muricy Ramalho conseguiu aproveitamento de 71,4% dos pontos disputados com os outros três grandes de São Paulo. Contra o Palmeiras, especificamente, esses números sobem para 72,2%.
“É normal ouvir sobre este assunto. Estamos no Brasil e não na Inglaterra. De um tempo para cá, no entanto, mudou um pouco. O pessoal está vendo que a continuidade dos técnicos dá resultado”, disse Muricy Ramalho, campeão brasileiro em 2006.
Mais animado após dias consecutivos de abatimento, o treinador disse sentir mais as derrotas do que a maioria de seus companheiros de profissão. “Eu fico doente quando perco, mas o importante é que nunca abaixo a guarda”, garantiu.
Citado frequentemente como um dos melhores técnicos em atividade no Brasil, o são-paulino teve de fazer esforço para lembrar qual foi a última vez que deixou um clube por causa de maus resultados. “Acho que foi no Botafogo de Ribeirão, há sete anos. No São Caetano, fui campeão paulista e saí por outras coisas que prefiro não comentar”, declarou.
Para Muricy, a maioria dos torcedores e dos dirigentes ainda lida com o futebol de maneira exageradamente passional no Brasil. O técnico aproveitou o assunto para lamentar as insinuações de que o elenco do Tricolor viveria uma crise de relacionamento. Um zagueiro e um atacante teriam se desentendido fora de campo nas últimas semanas.
“Aqui no Brasil estamos cada vez mais pequenininhos. Lá fora, falam de tática e trabalho. Aqui insinuam que a mulher de um jogador está saindo com o outro. Isso é muito grave, falar da vida particular e ainda envolver seus familiares. Provar, ninguém prova nada”, reclamou o técnico.
O trabalho do treinador foi exaltado mais uma vez pelo superintendente Marco Aurélio Cunha. Desde que retornou ao Tricolor, em janeiro de 2006, Muricy Ramalho conseguiu aproveitamento de 71,4% dos pontos disputados com os outros três grandes de São Paulo. Contra o Palmeiras, especificamente, esses números sobem para 72,2%.
“É normal ouvir sobre este assunto. Estamos no Brasil e não na Inglaterra. De um tempo para cá, no entanto, mudou um pouco. O pessoal está vendo que a continuidade dos técnicos dá resultado”, disse Muricy Ramalho, campeão brasileiro em 2006.
Mais animado após dias consecutivos de abatimento, o treinador disse sentir mais as derrotas do que a maioria de seus companheiros de profissão. “Eu fico doente quando perco, mas o importante é que nunca abaixo a guarda”, garantiu.
Citado frequentemente como um dos melhores técnicos em atividade no Brasil, o são-paulino teve de fazer esforço para lembrar qual foi a última vez que deixou um clube por causa de maus resultados. “Acho que foi no Botafogo de Ribeirão, há sete anos. No São Caetano, fui campeão paulista e saí por outras coisas que prefiro não comentar”, declarou.
Para Muricy, a maioria dos torcedores e dos dirigentes ainda lida com o futebol de maneira exageradamente passional no Brasil. O técnico aproveitou o assunto para lamentar as insinuações de que o elenco do Tricolor viveria uma crise de relacionamento. Um zagueiro e um atacante teriam se desentendido fora de campo nas últimas semanas.
“Aqui no Brasil estamos cada vez mais pequenininhos. Lá fora, falam de tática e trabalho. Aqui insinuam que a mulher de um jogador está saindo com o outro. Isso é muito grave, falar da vida particular e ainda envolver seus familiares. Provar, ninguém prova nada”, reclamou o técnico.