A seleção brasileira ficou longe de empolgar no empate contra o Peru. Motivo para o técnico Dunga pensar em modificações em sua formação? O treinador acredita que a continuidade da atual escalação é o melhor remédio para que a equipe melhore de rendimento durante as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
“Não devemos mexer só porque o jogador não atuou bem em uma partida. Com isso, você tira a confiança. Se não render em cinco, seis partidas seguidas, tudo bem. Os jogadores devem saber que contam com o meu apoio para jogar na seleção”, avisou o comandante nesta segunda-feira.
Como fez anteriormente, Dunga ressaltou os obstáculos enfrentados pelos jogadores vindos do futebol europeu, como o desgaste da viagem ao Brasil e o fuso horário. Para o jogo contra o Uruguai, o técnico aposta, porém, que o time pode mostrar um desempenho melhor aos torcedores paulistas.
“Acho que já estaremos recuperados desse desgaste”, previu Dunga, que evitou, entretanto, dar desculpas sobre os problemas encontrados, principalmente, no segundo tempo diante do Peru. “Temos que dar sempre um pouco mais para que as coisas saiam. As dificuldades não podem interferir na nossa forma de trabalhar”, completou.
Sobre a exigência do público em ver a seleção dar espetáculo, Dunga foi bem claro: quer uma equipe eficiente em campo. Além disso, o treinador optou por aliviar a pressão sobre o trio ofensivo Robinho, Kaká e Ronaldinho Gaúcho. Para ele, a responsabilidade dos gols deve ser dividida.
“O Ronaldinho, o Robinho e o Kaká jogam na seleção em função diferente dos seus clubes. Quanto mais tempo treinarmos, mais eles vão assimilar. Mas não dependemos apenas dos três, todos devem colaborar. Não podemos cobrar tudo dos três. Vamos resolver os problemas juntos”, avisou Dunga.
“Não devemos mexer só porque o jogador não atuou bem em uma partida. Com isso, você tira a confiança. Se não render em cinco, seis partidas seguidas, tudo bem. Os jogadores devem saber que contam com o meu apoio para jogar na seleção”, avisou o comandante nesta segunda-feira.
Como fez anteriormente, Dunga ressaltou os obstáculos enfrentados pelos jogadores vindos do futebol europeu, como o desgaste da viagem ao Brasil e o fuso horário. Para o jogo contra o Uruguai, o técnico aposta, porém, que o time pode mostrar um desempenho melhor aos torcedores paulistas.
“Acho que já estaremos recuperados desse desgaste”, previu Dunga, que evitou, entretanto, dar desculpas sobre os problemas encontrados, principalmente, no segundo tempo diante do Peru. “Temos que dar sempre um pouco mais para que as coisas saiam. As dificuldades não podem interferir na nossa forma de trabalhar”, completou.
Sobre a exigência do público em ver a seleção dar espetáculo, Dunga foi bem claro: quer uma equipe eficiente em campo. Além disso, o treinador optou por aliviar a pressão sobre o trio ofensivo Robinho, Kaká e Ronaldinho Gaúcho. Para ele, a responsabilidade dos gols deve ser dividida.
“O Ronaldinho, o Robinho e o Kaká jogam na seleção em função diferente dos seus clubes. Quanto mais tempo treinarmos, mais eles vão assimilar. Mas não dependemos apenas dos três, todos devem colaborar. Não podemos cobrar tudo dos três. Vamos resolver os problemas juntos”, avisou Dunga.