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Futebol

Milan pede para Ronaldo pressionar Real. Al-Ittihad ainda sonha

Arquivo Geral

23/01/2007 0h00

A solução do caso Ronaldo parece que não terá um fim nos próximos dias. Embora o Milan tenha pedido nesta terça-feira para que Ronaldo pressione o Real Madrid para conseguir a sua liberação do clube o quanto antes, o Al-Ittihad ainda acredita no acerto e o clube madrileno não quer liberá-lo sem receber nenhuma compensação financeira.

Os italianos parecem ser os mais interessados em contar com o Fenômeno, e, de acordo com a agência de notícias Efe, teriam pedido para que o jogador pressionasse o time madrileno para que obtivesse a sua liberação o quanto antes, sem nenhum ressarcimento financeiro partindo por parte dos milaneses.

Nesta segunda-feira, no entanto, o diretor de futebol do time merengue, Predrag Mijatovic, enfatizou a posição dos espanhóis ao garantir, em entrevista ao site oficial do clube, que “o Real não pode deixar Ronaldo sair de graça”.

Já o Al-Ittihad insiste em querer se reunir apenas com o brasileiro para acertar os detalhes de contrato, rejeitando a idéia de que um terceiro intermedeie as conversas. Por ora, sabe-se que o atleta havia pedido 16 milhões de euros (cerca de R$ 44,5 milhões) para poder assinar pelo clube árabe. A clara diferença entre a proposta do Milan se deve, segundo o camisa 9, por causa da perda de patrocínios que terá caso deixe o futebol europeu.

No entanto, Ronaldo tem como primeira opção evidente sua ida para o San Siro. Segundo a imprensa européia, uma reunião entre Fabiano Farah, procurador do Fenômeno, e representantes do Milan teriam uma reunião marcada neste final de semana para que dessem prosseguimento em alguns detalhes.

Caso não consiga sua liberação imediata do Real Madrid, Ronaldo pode ter que bancar do próprio bolso o sua rescisão com o clube, que pede cerca de oito milhões de euros pela quebra de contrato. Por outro lado, o jogador receberia na Itália o mesmo salário que recebe na Espanha e ainda receberia 100% do valor referente aos seus direitos de imagem. Hoje, recebe apenas metade.

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