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Futebol

Mesmo após afastamento, Platini manterá candidatura para presidir a Fifa

Arquivo Geral

15/10/2015 11h30

O afastamento de 90 dias dado a Michel Platini pelo Comitê de Ética da Fifa não será um empecilho para que o francês siga com sua candidatura para tentar ser o presidente da entidade máxima do futebol. Atualmente no comando da Uefa, Platini não pode exercer nenhuma atividade relacionada ao esporte durante o tempo em que está suspenso.

Apesar das investigações levantadas contra seu nome, o ex-atleta continua contando com o apoio das federações europeias para seguir em frente com sua candidatura e concorrer ao cargo. Platini é considerado o favorito para suceder a Joseph Blatter, com o príncipe da Jordânia Ali Bin Al-Hussein sendo seu principal adversário na eleição. O brasileiro Zico, ainda um pré-candidato, também pode entrar na disputa.

A campanha eleitoral de Platini, entretanto, ficará prejudicada graças ao afastamento. O francês não está autorizado a atuar em prol de sua candidatura durante os 90 dias de gancho, e isso impossibilitaria um aumento em sua popularidade e conquista de votos para tentar vencer.

Em entrevista para a imprensa europeia, o ex-jogador e agora político brasileiro Romário fez críticas a uma possível chegada de Platini ao comando da Fifa.

“Platini trabalhou muitos anos com a máfia da Fifa. Não estou dizendo que ele está corrompido, mas ele foi contaminado pelo sistema. Se eleito, ele iria manter tudo isso e Fifa continuará a ser a m… que nós vemos hoje”, disparou.

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