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Futebol

Mercado da bola não está animado para times paranaenses

Arquivo Geral

11/12/2014 17h17

O mercado da bola aquecido após o término do Campeonato Brasileiro também tem mexido com os times da capital paranaenses. Porém, por enquanto, as saídas têm provocado maior movimentação do que as chegadas de atletas e treinadores e as perspectivas não se mostram muito animadoras para os torcedores do trio de ferro. O caso mais expressivo é o do Coritiba.

Em meio a uma disputa eleitoral para definir seu presidente pra o próximo triênio, o Coxa é uma verdadeira incógnita, com seu planejamento atrapalhado pelo pleito. Enquanto a decisão não sai, o portão do Alto da Glória permanece aberto para saídas importantes. O primeiro foi o meia Alex, que anunciou sua aposentadoria. Agora é o técnico Marquinhos Santos que deixa o clube rumo ao Vasco. Outro que deve saiu foi o volante Germano, que voltará para o Londrina. A lista, no entanto, deve aumentar. Nomes como Zé Love, Joel, Rosinei e Helder, tem o futuro indefinido.

O Furacão se despediu até o momento de Rodolfo, emprestado para a Ferroviária, e Sueliton, em negociação com pelo menos dois times. Já Marcelo, Douglas Coutinho, Nathan e Deivid estão na mira de outros clubes e dificilmente seguirão na Baixada. Por enquanto o Rubro-Negro não anunciou nenhuma novidade, mas encaminhou as renovações de Weverton, Gustavo, Cleberson, Otávio e Deivid. Como novidade, o atacante Romeo Fernandes, atualmente no FC Goa, do futebol indiano, pode chegar fruto de uma parceria com os asiáticos.

Já o Paraná Clube perdeu esta semana o técnico Ricardinho, que se recusou a permanecer por não concordar com o atual modelo de gestão do clube, que passa por problemas financeiros. Arthur, Tiago Alves, Lucas Otávio, Pedro Castro e Thiago Humberto já fizeram as malas e deixaram a Vila Capanema. Nomes como Alisson, Auremir, Adaílton e o experiente Lúcio Flávio ainda não decidiram seu futuro. Os reforços agora dependerão da nova comissão técnica e, principalmente, do poder de persuasão da diretoria paranista, que precisará convencer os atletas de que 2015 será melhor.

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