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Futebol

Mauricio Ramos se comove com sofrimento de Valdivia no Palmeiras

Arquivo Geral

21/01/2013 9h32

Quando Valdivia lesionou o tornozelo esquerdo ao sofrer um carrinho de Henrique, há exatamente uma semana, Mauricio Ramos se incumbiu de carregar o meia chileno até o departamento médico. O zagueiro ainda acredita que o seu companheiro possa ser útil ao Palmeiras.

 

“Estamos conversando com o Valdivia todos os dias porque ele é importante para o grupo. Ninguém sabe o quanto ele sofre na casa dele por estar machucado”, comoveu-se Mauricio Ramos, durante participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

 

Valdivia não disputa uma partida pelo Palmeiras desde 6 de outubro, em derrota para o São Paulo. Ele terminou o último Campeonato Brasileiro sem nem um gol sequer ou uma assistência. Para piorar, apresentou-se para a pré-temporada de 2013 com quatro dias de atraso, alegando ter treinado em uma clínica chilena no mesmo período. Acabou multado pela diretoria e repreendido publicamente pelo técnico Gilson Kleina.

 

Os últimos incidentes não foram suficientes para abalar a confiança de Mauricio Ramos em Valdivia. “Sabemos da importância que ele tem para o Palmeiras. Estamos abraçando o Valdivia porque ele próprio tem se cobrado muito. E o Kleina não dá privilégios para ninguém”, disse o zagueiro.

 

O apoio de Mauricio Ramos a uma das referências do elenco é uma prova da união dos palmeirenses, segundo ele próprio. “Nosso grupo está junto, calejado. Garanto que daremos muitas alegrias à torcida. Quem chegou agora está aprendendo a jogar em um time grande, cheio de pressão. Vejo nos olhos de cada um a vontade de ganhar”, comentou.

 

O zagueiro não protege apenas Valdivia. O atacante Luan, bastante hostilizado por torcedores no empate sem gols contra o Bragantino, domingo, no Pacaembu, também tem o seu incentivo para se reabilitar. “A torcida pega no pé dele, mas ele se esquece de tudo isso quando entra em campo para tentar fazer o seu melhor pelo Palmeiras”, concluiu Mauricio Ramos.

 

O tropeço na estreia do Campeonato Paulista ainda incomoda o defensor. “O time deles veio fechado e começamos a levantar bola na área… É, consagramos a defesa do Bragantino. Ainda tentamos atacar mais depois de perder o pênalti com o Barcos – e olhem que o homem não costuma desperdiçar, é frio para fazer gols. Infelizmente, não deu”, lamentou o amigo de Valdivia.

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