A estrutura do futebol feminino no Brasil não é das melhores, mas ainda assim o país viu nesta segunda-feira uma de suas jogadoras ser eleita a melhor do mundo pela Fifa. A atacante alagoana Marta, de apenas 21 anos, foi premiada pela maior entidade do país pelo segundo ano consecutivo, superando a centroavante alemã Birgit Prinz e a compatriota Cristiane.
O evento realizado pela Fifa na cidade de Zurique, na Suíça, manteve a premiação realizada após a Copa do Mundo de futebol feminino, em setembro na China. No mesmo dia em que a Alemanha bateu o Brasil por 2 x 0 na final e levantou a taça, Marta havia sido eleita a melhor da competição, seguida por Prinz e Cristiane.
Foi a primeira vez em sete anos de votação que o país teve duas atletas entre as três melhores. A única nação que havia conseguido colocar mais de uma jogadora na final de melhor do mundo da temporada foram os Estados Unidos, que em 2001 viram a dobradinha de Mia Hamm e Tiffeny Milbrett.
Destaque do Umea, da Suécia, Marta evitou a disparada de Prinz – eleita a principal boleira do planeta em 2003, 2004 e 2005 – e se aproximou da alemã tricampeã do evento. Além disso, a brasileira de apenas 21 anos se igualou a Hamm, bicampeã olímpica (1996 e 2004) e considerada uma das melhores da história do futebol feminino, que faturou os troféus dourados de 2001 e 2002.
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O evento realizado pela Fifa na cidade de Zurique, na Suíça, manteve a premiação realizada após a Copa do Mundo de futebol feminino, em setembro na China. No mesmo dia em que a Alemanha bateu o Brasil por 2 x 0 na final e levantou a taça, Marta havia sido eleita a melhor da competição, seguida por Prinz e Cristiane.
Foi a primeira vez em sete anos de votação que o país teve duas atletas entre as três melhores. A única nação que havia conseguido colocar mais de uma jogadora na final de melhor do mundo da temporada foram os Estados Unidos, que em 2001 viram a dobradinha de Mia Hamm e Tiffeny Milbrett.
Destaque do Umea, da Suécia, Marta evitou a disparada de Prinz – eleita a principal boleira do planeta em 2003, 2004 e 2005 – e se aproximou da alemã tricampeã do evento. Além disso, a brasileira de apenas 21 anos se igualou a Hamm, bicampeã olímpica (1996 e 2004) e considerada uma das melhores da história do futebol feminino, que faturou os troféus dourados de 2001 e 2002.
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