O segundo gol do Atlético-MG na vitória deste domingo sobre a Portuguesa levantou uma dúvida: afinal, quem foi o autor? A jogada foi uma cobrança de escanteio que Welton Felipe, zagueiro que estreava com a camisa alvinegra, desviou de cabeça. A bola bateu no travessão e Marques, em cima da linha, empurrou para as redes.
Torcedores, jornalistas e até mesmo jogadores e árbitro ficaram sem saber a quem creditar o tento. “Foi engraçado. Na hora que cabeceei, achei que tinha feito o gol e saí comemorando. A visão que tive foi de que a bola havia entrado. O Heber (Roberto Lopes) me perguntou se a bola já havia entrado antes do Marques cabecear e falei que tinha”, disse Welton Felipe, que foi além.
”Depois, conversando com meus companheiros, me falaram que a bola não tinha entrado e que o Marques havia empurrado para dentro. Realmente foi verdade, depois vi pela televisão. Enfim, não importa quem fez o gol, o que importa é que foi um belo resultado e fiz uma boa estréia”, comentou o defensor.
Confirmado como autor do gol, Marques é agora o nono maior artilheiro da história do Atlético-MG. Ele já tem 127 gols pelo Galo, um a mais que Nívio, com quem estava empatado. O número impressiona mais se lembrarmos que Marques chegou ao status de ídolo da torcida como um grande armador de jogadas, que consagrava seus companheiros de ataque, e não como um goleador.
Atualizada, a lista é liderara pelo ídolo Reinaldo, autor de 255 com a camisa atleticana. Na seqüência, vêm Dario (211 gols), Mário de Castro (195), Guará (168), Lucas Miranda (152), Said (142), Guilherme (139), Ubaldo (135), Marques (127) e Nívio (126).
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