< !-- hotwords -- >
Denunciado pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Paulista de Futebol por sua expulsão contra o Rio Preto, o técnico Wanderley Luxemburgo sentará no banco dos réus na próxima segunda-feira e poderá desfalcar o Palmeiras por até 360 dias, caso seja punido nos dois artigos em que foi incluso (188 e 189).
Após classificar o Palmeiras à segunda fase da Copa do Brasil com uma vitória por dois a zero sobre o Cene, em Campo Grande, o treinador voltou a demonstrar seu inconformismo com a expulsão na última rodada do Paulistão.
“Sinceramente eu não deveria ter sido expulso e não deveria estar lá, no julgamento, mas o que é que vou fazer?”, questionou. “Temos que dar uma mudada nisso aí, pois não podemos virar cobaias”, completou, repetindo o discurso adotado na segunda-feira.
Wanderley Luxemburgo voltou a alegar inocência ao dizer que não ofendeu o árbitro e seus auxiliares, e prometeu lutar para formar uma Associação de Treinadores para que ele, Mano Menezes, Muricy Ramalho e qualquer outro profissional não fique “refém” na mão dos apitadores.
“Nós temos o direito de trabalhar. Hoje (quarta), eu estava há dez segundos orientando meu time e já foram dar bronca em mim. Isso não pode acontecer, e não é só comigo, com o Mano e com o Muricy. É com o técnico da Catanduvense, com todos os treinadores. O futebol não é ditatorial”, concluiu o treinador, que viu sua entrevista coletiva ser interrompida com as luzes do Morenão sendo apagadas.
Após classificar o Palmeiras à segunda fase da Copa do Brasil com uma vitória por dois a zero sobre o Cene, em Campo Grande, o treinador voltou a demonstrar seu inconformismo com a expulsão na última rodada do Paulistão.
“Sinceramente eu não deveria ter sido expulso e não deveria estar lá, no julgamento, mas o que é que vou fazer?”, questionou. “Temos que dar uma mudada nisso aí, pois não podemos virar cobaias”, completou, repetindo o discurso adotado na segunda-feira.
Wanderley Luxemburgo voltou a alegar inocência ao dizer que não ofendeu o árbitro e seus auxiliares, e prometeu lutar para formar uma Associação de Treinadores para que ele, Mano Menezes, Muricy Ramalho e qualquer outro profissional não fique “refém” na mão dos apitadores.
“Nós temos o direito de trabalhar. Hoje (quarta), eu estava há dez segundos orientando meu time e já foram dar bronca em mim. Isso não pode acontecer, e não é só comigo, com o Mano e com o Muricy. É com o técnico da Catanduvense, com todos os treinadores. O futebol não é ditatorial”, concluiu o treinador, que viu sua entrevista coletiva ser interrompida com as luzes do Morenão sendo apagadas.