A primeira entrevista coletiva do técnico Wanderley Luxemburgo depois do início dos trabalhos no Palmeiras serviu para o ex-santista responder às críticas de seu sucessor na Vila Belmiro, Emerson Leão. No entanto, Luxemburgo evitou entrar em briga com o desafeto e foi sereno nas respostas, mas não deixou de rebater ao reafirmar que a estrutura do time da Baixada está entre as melhores do Brasil.
“Não tem problema de ele ter criticado, eu já fui de briga, mas não sou mais. O Leão falou, mas eu tenho orgulho de ter participado da reestruturação do CT do Santos, que é um dos melhores do Brasil. Há uma estrutura para trabalhar, mas se ele acha que precisa de alguma outra coisa, faça o que acha necessário”, afirmou Luxa, depois do treino do Verdão na manhã deste sábado, em Atibaia.
Emerson Leão aproveitou sua apresentação na Vila Belmiro durante a semana para criticar duramente o planejamento e a estrutura deixada por Luxemburgo no local. Apesar de ter adotado um tom moderado nas respostas, o técnico palmeirense deixou claro que não gostou dos questionamentos contra o Cepraf, departamento de fisioterapia do Santos. Leão afirmou que alguns aparelhos sumiram, mas Luxa fez questão de defender o fisioterapeuta Nilton Petrone, o Filé, que agora trabalha no Verdão.
“O que ficou desconfortável foi com o Filé. O que aconteceu é que foi o Filé quem apresentou a empresa de aparelhos ao Santos e os equipamentos ficaram em comodato. Quando ele saiu, levou junto porque estavam sob responsabilidade dele. Se o Santos quiser continuar com os aparelhos, precisa conversar com a empresa”, afirmou. Filé já havia explicado que alguns equipamentos utilizados pelo Cepraf em 2007 pertenciam à empresa, e não ao Peixe.
Luxemburgo também acrescentou que quem deveria se sentir incomodado com as declarações de Leão é o presidente santista, Marcelo Teixeira. “Não tenho problema com o Leão. Quem tem de responder a ele é o presidente do Santos porque foi denegrida a imagem do clube, que construiu um CT para ser modelo no Brasil. Eu quero é sossego. Há uma minoria que me persegue e quando sai alguma coisa na imprensa já sei quem é, mas faz parte do jogo. Eu me sinto gratificado por ter ajudado a melhorar a estrutura lá”.
O treinador palmeirense ainda afirmou que aprendeu a se envolver menos em discussões com a experiência que adquiriu ao longo da carreira. “Estou bem melhor, percebi que não vale a pena. O Leão observou e quis fazer o comentário, mas é problema dele. Vou continuar dando ênfase ao aprendizado e ao amadurecimento, e agora falo de Palmeiras. Estou experiente”, afirmou o técnico, que, porém, afirmou que não deixará de entrar em polêmica se achar necessário para rebater algum imbróglio.
“Não tem problema de ele ter criticado, eu já fui de briga, mas não sou mais. O Leão falou, mas eu tenho orgulho de ter participado da reestruturação do CT do Santos, que é um dos melhores do Brasil. Há uma estrutura para trabalhar, mas se ele acha que precisa de alguma outra coisa, faça o que acha necessário”, afirmou Luxa, depois do treino do Verdão na manhã deste sábado, em Atibaia.
Emerson Leão aproveitou sua apresentação na Vila Belmiro durante a semana para criticar duramente o planejamento e a estrutura deixada por Luxemburgo no local. Apesar de ter adotado um tom moderado nas respostas, o técnico palmeirense deixou claro que não gostou dos questionamentos contra o Cepraf, departamento de fisioterapia do Santos. Leão afirmou que alguns aparelhos sumiram, mas Luxa fez questão de defender o fisioterapeuta Nilton Petrone, o Filé, que agora trabalha no Verdão.
“O que ficou desconfortável foi com o Filé. O que aconteceu é que foi o Filé quem apresentou a empresa de aparelhos ao Santos e os equipamentos ficaram em comodato. Quando ele saiu, levou junto porque estavam sob responsabilidade dele. Se o Santos quiser continuar com os aparelhos, precisa conversar com a empresa”, afirmou. Filé já havia explicado que alguns equipamentos utilizados pelo Cepraf em 2007 pertenciam à empresa, e não ao Peixe.
Luxemburgo também acrescentou que quem deveria se sentir incomodado com as declarações de Leão é o presidente santista, Marcelo Teixeira. “Não tenho problema com o Leão. Quem tem de responder a ele é o presidente do Santos porque foi denegrida a imagem do clube, que construiu um CT para ser modelo no Brasil. Eu quero é sossego. Há uma minoria que me persegue e quando sai alguma coisa na imprensa já sei quem é, mas faz parte do jogo. Eu me sinto gratificado por ter ajudado a melhorar a estrutura lá”.
O treinador palmeirense ainda afirmou que aprendeu a se envolver menos em discussões com a experiência que adquiriu ao longo da carreira. “Estou bem melhor, percebi que não vale a pena. O Leão observou e quis fazer o comentário, mas é problema dele. Vou continuar dando ênfase ao aprendizado e ao amadurecimento, e agora falo de Palmeiras. Estou experiente”, afirmou o técnico, que, porém, afirmou que não deixará de entrar em polêmica se achar necessário para rebater algum imbróglio.