Desde que resolveu escalar o Santos com três jogadores no ataque e não mais na defesa, o técnico Emerson Leão avisa que não retrocederá da decisão diante das adversidades. Mesmo em um clássico contra o Corinthians, que tem a melhor defesa do Campeonato Paulista, com apenas nove gols sofridos.
“Se conseguimos as vitórias anteriores sendo ofensivos, não temos por que mudar agora. Escalo de acordo com a necessidade, e não há muito o que discutir sobre a nossa. Está nos números”, argumentou Leão, que precisa de um triunfo para sua equipe seguir com chances de classificação às semifinais do Estadual.
Para o treinador, a diferença de quatro pontos entre Santos e Corinthians na tabela favorece sua equipe na partida desta quarta-feira, na Vila Belmiro. “Temos uma necessidade maior de vencer, e esse handicap passa para o nosso lado”, confiou Leão, que espera um jogo mais tranqüilo para permanecer “sentado no banco de reservas”.
Um ano depois de deixar o Corinthians, no entanto, o técnico do Santos acredita que o arqui-rival evoluiu e oferecerá resistência aos seus homens de frente. “O principal de tudo é que é um novo Corinthians, porque mudou tudo. Quando se tem 90% de uma equipe reformulada, é porque houve muito investimento”, respeitou.
A ascensão rápida do novo Corinthians é um dos motivos para Leão não ser cauteloso ao armar sua equipe para o clássico desta quarta-feira. “A equipe deles já têm uma formação, mas a nossa ainda não, e nem tivemos tantos investimentos. Por isso, tivemos que ser mais ousados nesses últimos jogos”, relacionou.
A expectativa é que, de fato, o ataque do Santos seja mais eficaz contra o Corinthians do que na vitória por 1 a 0 sobre o líder Guaratinguetá, quando o centroavante Kléber Pereira estava suspenso. “O nosso artilheiro (marcou os mesmos dez gols de Otacílio Neto, do Noroeste, um a menos que Pedrão, do Grêmio Barueri) volta. E, mesmo sendo ofensivos, o vice-artilheiro é o Marcinho (três gols)”, gargalhou Leão.
A dúvida é sobre quem formará o trio de atacantes santistas com Kléber Pereira e Wesley, o chileno Sebastián Pinto ou o prata-da-casa Renatinho. De qualquer forma, mesmo no banco de reservas a escalação de Leão será ofensiva. “Só substituo atrás por extrema necessidade”, avisou o comandante.
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Para o treinador, a diferença de quatro pontos entre Santos e Corinthians na tabela favorece sua equipe na partida desta quarta-feira, na Vila Belmiro. “Temos uma necessidade maior de vencer, e esse handicap passa para o nosso lado”, confiou Leão, que espera um jogo mais tranqüilo para permanecer “sentado no banco de reservas”.
Um ano depois de deixar o Corinthians, no entanto, o técnico do Santos acredita que o arqui-rival evoluiu e oferecerá resistência aos seus homens de frente. “O principal de tudo é que é um novo Corinthians, porque mudou tudo. Quando se tem 90% de uma equipe reformulada, é porque houve muito investimento”, respeitou.
A ascensão rápida do novo Corinthians é um dos motivos para Leão não ser cauteloso ao armar sua equipe para o clássico desta quarta-feira. “A equipe deles já têm uma formação, mas a nossa ainda não, e nem tivemos tantos investimentos. Por isso, tivemos que ser mais ousados nesses últimos jogos”, relacionou.
A expectativa é que, de fato, o ataque do Santos seja mais eficaz contra o Corinthians do que na vitória por 1 a 0 sobre o líder Guaratinguetá, quando o centroavante Kléber Pereira estava suspenso. “O nosso artilheiro (marcou os mesmos dez gols de Otacílio Neto, do Noroeste, um a menos que Pedrão, do Grêmio Barueri) volta. E, mesmo sendo ofensivos, o vice-artilheiro é o Marcinho (três gols)”, gargalhou Leão.
A dúvida é sobre quem formará o trio de atacantes santistas com Kléber Pereira e Wesley, o chileno Sebastián Pinto ou o prata-da-casa Renatinho. De qualquer forma, mesmo no banco de reservas a escalação de Leão será ofensiva. “Só substituo atrás por extrema necessidade”, avisou o comandante.