“No dia que um desses árbitros tomar um susto – e espero que seja apenas um susto – talvez a coisa mude de figura. Infelizmente, a rua é o fórum da revolta e temo que aconteça algo maior”, opinou Leão, que precisou se segurar para não falar tudo o que estava pensando na quarta-feira, após a derrota para o São Caetano. “Não foi fácil”, garantiu.
Segundo o treinador, ele perguntou informações sobre Otávio Corrêa da Silva para os bandeiras no Pacaembu e ouviu que “ele era o cara que tinha expulsado o Lugano em 2006”. Para Leão, esta foi a prova de que o árbitro estava em busca de notoriedade em jogos de times grandes. “Ali eu vi que eu estava ferrado”, comentou Leão.
O coronel Marcos Marinho, comandante da arbitragem paulista, não escapou e foi novamente alvo de Leão nesta sexta-feira. “No dia do jogo, ele disse que o árbitro havia abusado da autoridade e expulsado o Marcelo Mattos erradamente. Depois, mudou a versão. Enfim, são eles que mandam. Se fosse eu, faria tudo diferente”, completou Leão.
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