Os 33 jogadores à disposição de Emerson Leão (contando Adaílton, Patrick, Kléber e Fabiano, contundidos, o número sobe para 37), não disputam apenas uma vaga entre os titulares. Insatisfeito por não poder observar todos com freqüência pelo menos entre os reservas, o técnico espera que o Santos negocie boa parte deles até a próxima semana.
“Já conversei com eles sobre isso. Estou fazendo revezamento de coletivo com 12 atletas, o que é desagradável”, lamentou Leão, que mais de uma vez enfatizou não se tratar de uma lista de dispensas. “O Santos não dispensa ninguém. Negocia. Eles têm contrato com o clube”, avisou.
O problema é que não interessa a alguns jogadores, mesmo afastados, trocar o Santos por um clube de menor expressão. O maior exemplo é o meia Vitor Júnior, que chegou a ter seu retorno anunciado pelo Sport, porém voltou a treinar no centro de treinamento Rei Pelé. Leão já deixou claro que não tem a menor intenção de contar com o atleta indicado por Wanderley Luxemburgo.
Além de Vitor Júnior, o lateral-esquerdo Carlinhos, que foi sondado pelo Figueirense de Alexandre Gallo, o atacante Moraes, quase emprestado para a Ponte Preta no início do ano, e os volantes Dionísio e Adoniran, nunca aproveitados por Leão, estão entre os favoritos a deixar o Santos.
O zagueiro Marcelo também jogou pouco, mas tem mais chances de permanecer na Vila Belmiro. Pela grande quantidade de atacantes no elenco (Wesley, Kléber Pereira, Mariano Trípodi, Alemão, Tiago Luís, Sebatián Pinto, que sequer estreou, e o também ameaçado Moraes), Renatinho é outro que corre certo risco.
“Muitos clubes estavam interessados nos jogadores que não vêm sendo aproveitados, mas eles não. Estar no Santos é um status. Preferem continuar aqui, mesmo sem jogar, do que fazer o que mais gostam em um time do interior. Mas temos que diminuir o grupo, porque é muito grande. Espero resolver esse assunto na próxima semana”, programou Leão.
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O problema é que não interessa a alguns jogadores, mesmo afastados, trocar o Santos por um clube de menor expressão. O maior exemplo é o meia Vitor Júnior, que chegou a ter seu retorno anunciado pelo Sport, porém voltou a treinar no centro de treinamento Rei Pelé. Leão já deixou claro que não tem a menor intenção de contar com o atleta indicado por Wanderley Luxemburgo.
Além de Vitor Júnior, o lateral-esquerdo Carlinhos, que foi sondado pelo Figueirense de Alexandre Gallo, o atacante Moraes, quase emprestado para a Ponte Preta no início do ano, e os volantes Dionísio e Adoniran, nunca aproveitados por Leão, estão entre os favoritos a deixar o Santos.
O zagueiro Marcelo também jogou pouco, mas tem mais chances de permanecer na Vila Belmiro. Pela grande quantidade de atacantes no elenco (Wesley, Kléber Pereira, Mariano Trípodi, Alemão, Tiago Luís, Sebatián Pinto, que sequer estreou, e o também ameaçado Moraes), Renatinho é outro que corre certo risco.
“Muitos clubes estavam interessados nos jogadores que não vêm sendo aproveitados, mas eles não. Estar no Santos é um status. Preferem continuar aqui, mesmo sem jogar, do que fazer o que mais gostam em um time do interior. Mas temos que diminuir o grupo, porque é muito grande. Espero resolver esse assunto na próxima semana”, programou Leão.