O lateral-esquerdo Júnior (foto) é um verdadeiro talismã para um clube que joga Libertadores da América. Caso o São Paulo passe pelo Chivas nesta quarta-feira, o atleta irá alcançar sua quarta final na competição sul-americana em quatro edições disputadas (duas com o Palmeiras, em 1999 e 2000, além do ano passado com o Tricolor). "Acho que meu segredo é estar sempre no clube certo", brincou o irreverente Júnior. "É uma grande marca na minha carreira, mas ainda falta essa classificação contra o Chivas", completou.
Para completar as importantes marcas, Júnior completa nesta quarta-feira 50 jogos na Libertadores. No futebol brasileiro, ele só fica atrás do ex-goleiro Manga, que disputou 72 partidas no torneio continental.
Júnior admite que esse bom retrospecto na Libertadores encobre uma frustração em sua carreira. "Para mim, é muito importante essa marca pois nunca disputei uma Liga dos Campeões na Europa", lamentou o lateral, que defendeu os italianos Parma e Siena.
Embora com toda a bagagem no futebol, Júnior admite que está curioso em saber a postura que será utilizada pelo Chivas no Morumbi. Afinal, pela primeira vez na Libertadores-2006, os mexicanos atuam fora de casa em desvantagem. "Todas as vezes que eles foram decidir a vaga fora, estava com uma vantagem. Agora o placar é adversário. Vamos ver como se portam", disse o lateral são-paulino.
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