A premiação de melhor do mundo da Fifa em 2007 teve uma renovação completa em relação aos três indicados do ano anterior. Desta vez, o brasileiro Kaká, o argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo brigam pela premiação de principal jogador do planeta um ano depois de o italiano Fabio Cannavaro, o francês Zinedine Zidane e o brasileiro Ronaldinho Gaúcho disputarem o troféu de 2006.
A renovação dos finalistas foi comemorada pelos três indicados desta temporada, que ensaiaram em falar de um ‘novo ciclo’ no futebol mundial. A prova disso é a média de idade dos finalistas, de apenas 22 anos – quase nove anos mais baixa em relação aos 31 da última premiação.
“Os novos talentos chegam para marcar história e é um novo ciclo que começa”, comentou Kaká, favorito ao título e mais velho dos três finalistas, com 25 anos (três a mais que Cristiano Ronaldo e cinco em relação a Messi). “Nós três aqui estamos mostrando isso. Mas não que os jogadores de idade avançada não possam mais contribuir, pelo contrário”, emendou o favorito ao título.
O português do Manchester United também comemorou o rejuvenescimento dos indicados. “É um ótimo sinal, já que a idade não importa, mas sim a qualidade. Nós três e outros tantos jovens temos uma margem muito boa de produção nos clubes e seleções. Percebemos que a idade não impede grandes prêmios ou indicações”, ponderou, antes de Messi reforçar a tese. “Todos os dias surgem grandes jogadores e a renovação é bem maior”.
Pela primeira vez em cinco edições que a eleição de melhor do mundo da Fifa sofre alterações em seus três finalistas. A última mudança completa aconteceu em 2002, quando o brasileiro Ronaldo (campeão da votação), o alemão Oliver Kahn e o francês Zidane substituíram os indicados de 2001: o português Luís Figo (eleito), o inglês David Beckham e o espanhol Raúl.
< !-- hotwords -- >
< !--/hotwords -- >A renovação dos finalistas foi comemorada pelos três indicados desta temporada, que ensaiaram em falar de um ‘novo ciclo’ no futebol mundial. A prova disso é a média de idade dos finalistas, de apenas 22 anos – quase nove anos mais baixa em relação aos 31 da última premiação.
“Os novos talentos chegam para marcar história e é um novo ciclo que começa”, comentou Kaká, favorito ao título e mais velho dos três finalistas, com 25 anos (três a mais que Cristiano Ronaldo e cinco em relação a Messi). “Nós três aqui estamos mostrando isso. Mas não que os jogadores de idade avançada não possam mais contribuir, pelo contrário”, emendou o favorito ao título.
O português do Manchester United também comemorou o rejuvenescimento dos indicados. “É um ótimo sinal, já que a idade não importa, mas sim a qualidade. Nós três e outros tantos jovens temos uma margem muito boa de produção nos clubes e seleções. Percebemos que a idade não impede grandes prêmios ou indicações”, ponderou, antes de Messi reforçar a tese. “Todos os dias surgem grandes jogadores e a renovação é bem maior”.
Pela primeira vez em cinco edições que a eleição de melhor do mundo da Fifa sofre alterações em seus três finalistas. A última mudança completa aconteceu em 2002, quando o brasileiro Ronaldo (campeão da votação), o alemão Oliver Kahn e o francês Zidane substituíram os indicados de 2001: o português Luís Figo (eleito), o inglês David Beckham e o espanhol Raúl.
< !-- hotwords -- >