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Futebol

Justiça norte-americana pode oferecer acordo de delação premiada a Marín

Arquivo Geral

10/06/2015 12h15

Um dos 14 indiciados por corrupção na Fifa, o ex-presidente da CBF, José Maria Marín, pode receber proposta de delação premiada da Justiça dos Estados Unidos. Caso ele seja extraditado ao país, segundo o jornal Estado de S. Paulo, a tendência é que seja oferecida redução de pena em troca da confissão e delação por parte do cartola de 83 anos.

Marín também presidiu o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, sendo um dos responsáveis por todos os acordos comerciais firmados para o torneio. A Justiça norte-americana acredita que o cartola pediu subornos para favorecer certas empresas e firmar contratos.

Se for considerado culpado, o ex-presidente da CBF pode pegar 20 anos de prisão nos Estados Unidos. Mas a delação premiada diminuiria bastante este tempo, visto que Marín teria que apontar todos os envolvidos do sistema de corrupção investigado. Ele ainda teria que dar mais informações sobre os subornos.

José Maria Marín foi preso no último dia 27, quando uma operação conjunta entre as polícias de Estados Unidos e Suíça surpreenderam, em Zurique, sete envolvidos em corrupção. Desde então está detido e espera extradição a Nova Iorque, onde será julgado por possível envolvimento em corrupção.

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